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Vídeo: equipe de reportagem do SBT é assaltada em São Paulo

O ataque ocorreu enquanto a repórter Fabíola Corrêa e o cinegrafista Michel Mendes se preparavam para entrar ao vivo em um jornal da emissora

sbt assalto são paulo equipe de reportagem
Depois de obter a senha da jornalista, o criminoso fugiu levando o telefone e um cartão bancário em direção à parte alta da comunidade | Foto: Reprodução SBT

Um assalto registrado na manhã de quinta-feira, 27, no Jardim Ângela, zona sul da capital paulista, interrompeu o trabalho de uma equipe do SBT que se preparava para uma transmissão ao vivo.

O ataque ocorreu enquanto a repórter Fabíola Corrêa e o cinegrafista Michel Mendes se preparavam para entrar no ar no jornal Alô, Você, acompanhados do motorista.

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Os profissionais estavam no bairro para cobrir o caso do professor de inglês Fábio Schlichting, encontrado carbonizado em um terreno da região depois de desaparecer por vários dias.

Quando se aproximaram do veículo da emissora, um homem em uma moto — usando mochila de entregador e portando um revólver calibre 38 — surpreendeu os profissionais.

Agressão e ameaça durante o assalto

De forma agressiva, o assaltante ameaçou a repórter, exigiu o celular e a senha do aparelho e afirmou repetidas vezes que atiraria se não fosse atendido.

Durante o crime, o cinegrafista tentou movimentar a câmera para captar imagens que identificassem o criminoso ou a moto, mas o assaltante o ameaçou, apontando a arma para sua cabeça.

Leia também: “Nação amaldiçoada”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 298 da Revista Oeste

Depois de obter a senha da jornalista, o criminoso fugiu com o telefone e um cartão bancário em direção à parte alta da comunidade.

A motocicleta utilizada na ação era uma Honda azul, com placa TSS-3C87.

Repórter do SBT relata momentos de tensão

Momentos depois do assalto, a repórter Fabíola Corrêa entrou ao vivo no programa Alô, Você para relatar os momentos de tensão.

“Ele apontou a arma cada vez mais perto de mim, pedindo senha, pedindo o cartão bancário, com bastante truculência”, contou. “Falava o tempo todo que ia atirar, mesmo eu obedecendo às ordens dele.”

“Agora consigo entender vítimas que não conseguem passar as características dos criminosos, porque a gente não consegue ver nada”, afirmou. “Dá muito medo de morrer em um momento como esse.”

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