7 fatos que comprovam que a Venezuela é uma ditadura

7 fatos que comprovam que a Venezuela é uma ditadura
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Foto: David Peterson/ Pixabay
Foto: David Peterson/ Pixabay | Venezuela democracia

Comandado por Nicolás Maduro, o governo da Venezuela persegue opositores, censura a imprensa e não realiza eleições livres

Venezuela democracia
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A ditadura venezuelana teve início com a eleição de Hugo Chavéz, em 1998. Em seu governo, que durou 14 anos, os militares começaram a assumir postos importantes no governo. A democracia foi aos poucos sendo enfraquecida em nome do fortalecimento de um governo de esquerda centralizador. Com a morte de Chávez, Nicolás Maduro assume o poder em 2013 e desde então, o país vive uma situação de colapso comparada ao de países em guerra.

Confira abaixo, sete fatos que demonstram que a Venezuela não é uma democracia:

1) As eleições não são livres

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) afirmou que a última eleição presidencial que aconteceu no país, em 2018, não foi “livre, justa e confiável”. Nicolás Maduro venceu o pleito com 67,7% dos votos. A oposição não participou da votação que contou com uma fraca participação.

2) A oposição é perseguida

De acordo com a Ong Foro Penal, que investiga a situação dos direitos humanos no país, a Venezuela conta com mais de 300 presos políticos. Há denúncias de tortura e de execuções extrajudiciais.

3) As Forças Armadas e o Poder Judiciário não são independentes

As Forças Armadas da Venezuela não são independentes e estão a serviço do governo. Como já noticiado por Oeste, o ministro da Defesa da ditadura afirmou que as forças de oposição “nunca terão o poder político”. O Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) e o Conselho Nacional Eleitoral  também estão a serviço do governo. Em fevereiro de 2019, a ONU denunciou que a justiça venezuelana estava sendo utilizada para perseguir a oposição.

4) As decisões da Assembleia Nacional são ignoradas pela ditadura

A Assembleia Nacional, único órgão controlado pela oposição, teve as suas funções usurpadas por meio de uma decisão do TSJ em 2019. Maduro convocou uma nova Assembleia Constituinte que é controlada por seus apoiadores.

5) O apoio ao regime é essencial para ocupar cargos públicos

Desde que Chávez assumiu o poder, os funcionários públicos são coagidos a participar de atos de apoio ao governo. Sindicatos denunciam que o governo possui uma “lista negra” para perseguir aqueles funcionários públicos que não seguem a cartilha do regime.

6) A imprensa não é livre

Em 2007, a RCTV, a única televisão independente da Venezuela, teve a sua licença suspensa por Hugo Chávez. Em maio deste ano, a suspensão das atividades da Directv deixou mais de 10 milhões de venezuelanos sem acesso a canais fechados, uma das únicas fontes de informação independentes.

7) Falta de reconhecimento internacional

Desde a eleição fraudada em 2018, mais de 60 países de todo o mundo não reconhecem o regime de Nicolás Maduro como legítimo. Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e diversos outros países reconhecem o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como o presidente legítimo e pedem eleições livres e justas.

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