Aeroporto de Amsterdã vai indenizar passageiros que perderam voos

Por falta de funcionários, milhares de pessoas não conseguiram embarcar entre abril e agosto na capital holandesa
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Entre abril e agosto, aeroporto ficou constantemente lotado
Entre abril e agosto, aeroporto ficou constantemente lotado | Foto: Reprodução/Redes sociais

O Aeroporto Schiphol, de Amsterdã, um dos mais movimentados da Europa, vai indenizar os passageiros que perderam voos devido às enormes filas e à demora para embarque, de acordo com um comunicado divulgado na noite de quinta-feira 11. O tempo de espera entre a chegada ao aeroporto e o embarque, em alguns dias, passou de cinco horas, gerando uma situação caótica na aviação civil do país.

Longas filas, atrasos e cancelamento de voos e extravio de bagagens têm sido uma situação registrada constantemente nos aeroportos europeus e norte-americanos desde maio.

As companhias aéreas, que fizeram demissões em massa no começo da pandemia, não conseguem encontrar profissionais habilitados. Além disso, com o fim das restrições sanitárias na maior parte dos países e as férias de verão, a demanda aumentou muito nos últimos meses.

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“Muitas pessoas estão realmente ansiosas por suas férias no exterior, especialmente após dois anos de covid. Lamentamos muito que algumas pessoas tenham perdido seus voos devido a longas filas no posto de segurança”, comentou Dick Benschop, CEO do aeroporto holandês.

Para compensar os passageiros, o aeroporto desenvolveu um sistema para reembolsar os custos adicionais dos viajantes que perderam voos entre 23 de abril e 11 de agosto. Esses custos podem incluir novas passagens, transporte alternativo ou gastos com hotel.

“Os viajantes podem solicitar indenização até 30 de setembro”, informou o aeroporto, em sua conta no Twitter.

Schiphol limitou o número de passageiros desde julho e informou que a medida continuará até pelo menos outubro, na tentativa de reduzir as filas, pois “praticamente todos no aeroporto estão com falta de funcionários”. Medidas semelhantes foram tomadas nos aeroportos de Frankfurt e Londres-Heathrow, forçando as companhias aéreas a cortar alguns de seus voos.

Leia também: Ops, os pilotos sumiram…, reportagem publicada na Edição 122 de Oeste.

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