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Arábia Saudita: de nação fechada a país cosmopolita?

Colunista Dagomir Marquezi analisa investimentos tecnológicos do governo saudita

arábia saudita - dagomir marquezi - the line
Arábia Saudita quer construir uma cidade planejada | Foto: Reprodução/YouTube

De local internacionalmente reconhecido por suprimir direitos das mulheres e proibir, por lei, relacionamentos homossexuais a ambiente que investe em modernidade e busca atrair pesquisadores estrangeiros. Isso é que pode estar ocorrendo com a Arábia Saudita, país do Oriente Médio que pauta o artigo do jornalista Dagomir Marquezi publicado na edição desta semana da Revista Oeste.

Leia mais: “Dinamarca vai criar a 1ª ilha de energia renovável do mundo”

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No texto, Marquezi pega como gancho o anunciado projeto de construção de uma cidade tecnológica e sustentável. “Todas as fontes de energia de Neom [nome do projeto] serão renováveis, à base de sol, vento e hidrogênio. Qualquer forma de atividade econômica está sujeita a emissão zero de carbono”, escreve o colunista. “Os sauditas estão direcionando seus esforços para um ousado futuro de soluções a alguns dos problemas mais urgentes do mundo”, afirma em outro trecho do artigo.

Marquezi, no entanto, não ignora fatos. Cita o projeto de cidade planejada da Arábia Saudita como “utópico” e relembra que o príncipe saudita Mohammed bin Salman é acusado de alguns crimes, como o assassinato de um jornalista. “[Ele] deveria então ser perdoado de seus erros e crimes? Claro que não”, afirma o colunista da Revista Oeste no texto que se propõe a apresentar que mesmo o país governado por Salman pode se tornar menos fechado e mais cosmopolita. A íntegra da análise está no texto “The Line: a cidade, reinventada”.

https://revistaoeste.com/revista/edicao-46/the-line-a-cidade-reinventada/

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A Edição 46 da Revista Oeste vai além da coluna de Dagomir Marquezi sobre a inovação vinda da Arábia Saudita. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J. R. Guzzo, Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Ana Paula Henkel, Rodrigo Constantino e Frank Furedi.

Startup de jornalismo on-line, a Revista Oeste está no ar desde março de 2020. Sem aceitar anúncios de órgãos governamentais, o projeto é financiado diretamente pelo público leitor. Para fazer parte dessa comunidade que apoia a publicação digital que se coloca em defesa do liberalismo econômico e da liberdade de expressão, basta clicar aqui, escolher o plano e seguir os passos indicados.

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