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Israel autoriza entrada de força internacional em Gaza

Gabinete de segurança aprovou marco legal para o envio de 200 integrantes de países como Uganda e Marrocos

Forças de segurança poderão contribuir com o fluxo da ajuda humanitária, comprometida pela resistência dos terroristas do Hamas | Foto: Reprodução/X
Forças de segurança poderão contribuir com o fluxo da ajuda humanitária, comprometida pela resistência dos terroristas do Hamas | Foto: Reprodução/X

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Israel autorizou a entrada de uma força multinacional de segurança na Faixa de Gaza, conforme o plano de cessar-fogo proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em decisão tomada neste domingo, 26, pelo gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. A missão contará inicialmente com 200 integrantes de países como Uganda e Marrocos, que precisarão de autorização individual de Israel para entrar.

Israel autorizou a entrada de uma força multinacional de segurança na Faixa de Gaza, conforme previsto no plano de cessar-fogo proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A decisão foi tomada neste domingo, 26, pelo gabinete de segurança do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, segundo uma autoridade israelense.

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O governo aprovou o marco legal necessário para permitir a entrada da chamada Força Internacional de Estabilização no território palestino.

A missão deverá contar inicialmente com 200 integrantes de “países amigos”, entre eles Uganda e Marrocos.

Os contingentes serão enviados para áreas de Gaza que não estão sob controle israelense.

Israel: autorização individual 

Cada país participante, contudo, precisará receber uma autorização individual de Israel para entrar no território.

Ainda não há uma data definida para o início da operação. A autorização foi anunciada às vésperas da viagem de Netanyahu a Washington

O primeiro-ministro israelense deverá partir de Jerusalém nesta segunda-feira, 27. Ele tem encontro marcado com Trump no dia seguinte. A reunião deve tratar do plano de paz para Gaza, cuja implementação permanece travada. 

Leia também: “Defender judeus e o Ocidente não é islamofobia”, reportagem publicada na Edição 332 da Revista Oeste

A proposta prevê a criação de uma administração civil palestina, a desmilitarização do Hamas, a retirada gradual das forças israelenses e o estabelecimento da força internacional de estabilização. O Hamas, porém, ainda não entregou suas armas, uma das principais exigências da proposta. A organização também continua sendo um dos principais obstáculos à implementação integral do plano.

A força internacional foi concebida para auxiliar na segurança e na estabilização de Gaza durante o período de transição. A decisão israelense representa um passo formal para a execução da proposta, embora ainda persistam divergências sobre o desarmamento do Hamas, a governança do território e a retirada das tropas israelenses.

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