Argentina é campeã em queimadas e incêndios na América do Sul

É o que indica satélite mantido pela Nasa
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Proporcionalmente, queimadas no Brasil estão bem atrás das registradas na Argentina | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Proporcionalmente, queimadas no Brasil estão bem atrás das registradas na Argentina | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil | queimadas e incêndios na américa do sul - argetina X brasil

É o que indica satélite mantido pela Nasa

queimadas e incêndios na américa do sul - argetina X brasil
Proporcionalmente, queimadas no Brasil estão bem atrás das registradas na Argentina | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
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Problemas com queimadas e incêndios florestais foram piores na Argentina do que no Brasil no decorrer do ano. É o que mostram os registros do Aqua, satélite da norte-americano da Nasa que serve de referência para monitoramento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Segundo os dados divulgados, o país governado por Alberto Fernández lidera a lista de ocorrências ambientais nos últimos meses em toda a América do Sul.

Leia mais: “Na Argentina, pessoas famintas desenterram carne estragada”

De janeiro a novembro de 2020, a Argentina apresentou aumento de 157% em relação a queimadas e incêndios, em comparação com o mesmo período de 2019. O Brasil aparece somente na oitava posição, com crescimento de 13% no número de ocorrências dessa natureza. O dado atrelado ao Brasil representa menos da metade da média registrada no continente sul-americano: 27%.

Os dados sobre queimadas e incêndios na América do Sul foram repercutidos na edição desta quarta-feira, 2, de Os Pingos nos Is, programa da rádio Jovem Pan que conta com a participação de três colunistas da Revista Oeste: Guilherme Fiuza, Ana Paula Henkel e Augusto Nunes. O chefe-geral da Embrapa Territorial, Evaristo Eduardo de Miranda, foi o responsável por sugerir a pauta à produção da atração jornalística.

Com a Argentina campeã, o top cinco de elevação de ocorrências ambientais em 2020 em relação ao ano anterior na América do Sul ficou assim:

  1. Argentina — 157%
  2. Equador — 124%
  3. Uruguai — 66%
  4. Paraguai — 65%
  5. Colômbia — 33%
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