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Argentina e Síria são exemplos de progresso em 2025, diz The Economist

O levantamento não levou em conta poder econômico ou índices de felicidade, mas sim as mudanças mais expressivas no cenário político, social ou econômico ao longo do ano

Presidente da Argentina, Javier Milei | Foto: Reprodução/Flickr
Presidente da Argentina, Javier Milei | Foto: Reprodução/Flickr

Uma análise internacional destacou Argentina e Síria como exemplos de progresso em 2025, conforme avaliação publicada nesta quinta-feira, 18, pela revista britânica The Economist. O levantamento não levou em conta poder econômico ou índices de felicidade, mas sim as mudanças mais expressivas no cenário político, social ou econômico ao longo do ano.

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A Argentina, sob o comando do presidente Javier Milei, foi reconhecida pela implementação de reformas econômicas de mercado livre, iniciadas em 2023. Entre as medidas, destacam-se a retirada de controles de preços, cortes de gastos públicos e a redução de subsídios, ações tradicionalmente difíceis de manter no país. Segundo a revista, essas decisões resultaram em queda significativa da inflação, de 211% para cerca de 30%, e redução da taxa de pobreza em 21 pontos porcentuais.

Reconhecimento internacional e desafios internos da Argentina e Síria

O controle orçamentário, a aproximação do peso argentino ao câmbio flutuante e a remoção dos controles de capital também foram mencionados como avanços. Contudo, a publicação ressalta riscos, como o possível retorno do peronismo ao poder e críticas ao perfil de Milei.

Na Síria, a revista destacou avanços políticos depois do fim do regime de Bashar al-Assad, marcando uma transição liderada por Ahmed al-Sharaa. O processo surpreendeu analistas por evitar tanto o colapso das instituições quanto o surgimento de uma teocracia. A nova administração manteve liberdades sociais, ampliou a vida cultural e reatou relações com os Estados Unidos e países do Golfo.

Recuperação síria e desafios persistentes

Com o relaxamento das sanções ocidentais, a economia síria apresentou sinais de recuperação e cerca de 3 milhões de cidadãos retornaram ao país.

Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste

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