A Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (Nasa) lançou, nesta quarta-feira, 1º, a segunda fase do programa Artemis. Trata-se do primeiro lançamento tripulado à Lua, depois de 53 anos, quando o programa Apollo chegou ao fim.
O lançamento ocorreu do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral (Flórida), próximo à cidade de Miami. A tripulação, composta de quatro astronautas, viajará por dez dias, mas não pousará no satélite natural.
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O Artemis 2 usou o foguete Space Launch System (SLM) e a cápsula Orion para realizar a operação. Conheça os astronautas a bordo:
- Reid Wiseman, comandante;
- Victor Glover, piloto;
- Jeremy Hansen, especialista em missã; e
- Christina Koch, especialista em missão.

A missão tem o objetivo de colher novas amostras para aprofundar estudos científicos sobre a Lua. O programa também pretende coletar novas informações para estruturar futuras viagens a Marte.
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Os dois primeiros dias da jornada serão usados para realizar testes no foguete, em uma operação relativamente ainda próxima à Terra. Somente depois dessa etapa o programa seguirá em direção à Lua.
“O módulo de serviço da Orion, construído na Europa, dará à espaçonave o impulso necessário para escapar da órbita terrestre e seguir rumo à Lua”, afirmou a Nasa. “Essa queima de injeção enviará os astronautas em uma viagem de ida de aproximadamente quatro dias, levando-os ao redor do lado oculto da Lua.”
A primeira etapa do programa Artemis, o Artemis 1, ocorreu no dia 16 de novembro de 2022 e durou 25 dias, em uma missão não tripulada. O pouso na Lua deve ocorrer apenas na missão Artemis 4, onde dois astronautas coletarão amostras do terreno por uma semana.
A missão está prevista para ocorrer no ano de 2028.
Relembre a última viagem á Lua
A última missão tripulada à Lula ocorreu no ano de 1972, no programa Apollo 17. O lançamento do foguete Saturn V também partiu do Centro Espacial Kennedy.
Estavam a bordo da aeronave os astronautas Eugene Cernan, Harrison Schmitt e Ronald Evans. Durante três dias, Cernan e Schmitt realizaram três atividades extraveiculares, onde somaram mais de 22 horas fora do módulo.
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