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Biden aprovou ataques dos EUA no Iraque e na Síria 

Washington revidou ofensiva que matou três militares norte-americanos na Jordânia

biden taylor
Joe Biden decidiu autorizar ataque em reunião na Casa Branca | Foto: Bolívar Parra/Presidência da República

Logo depois do ataque ao posto militar dos Estados Unidos na Jordânia, no último domingo, 28 — ofensiva que matou três militares norte-americanos — o presidente Joe Biden autorizou ações de retaliação ao Iraque e à Síria

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A decisão de Washington partiu de uma reunião, na segunda-feira 29, na sala de crise da Casa Branca, a chamada Situation Room. Os detalhes do contra-ataque dos EUA foram ajustados pelos principais conselheiros de segurança nacional. A informação é da CNN. 

Depois da aprovação de Biden para as ações nos dois países inimigos, as forças armadas norte-americanas se prepararam para o ataque, que aconteceu na sexta-feira 2. 

Antes disso, o Irã negou qualquer envolvimento na investida ao posto militar da Jordânia: 

“O representante da República Islâmica do Irã nas Organização das Nações Unidas (ONU) disse, no domingo à noite, à Agência de Notícias da República Islâmica (Irna), que o Irã não tinha ligação e não tinha nada a ver com o ataque à base dos EUA”, afirmou relatório estatal.

Grupos terroristas ligados ao Irã

Exercito EUA
Os EUA atacaram 85 alvos de milícias ligadas ao Irã no Iraque e na Síria | Foto: Divulgação/Pentagono

Ainda na reunião da Casa Branca, o presidente americano tomou conhecimento de que grupos terroristas apoiados pelo Irã foram, sim, os culpados pelo ataque de drones no domingo.

Nos dias subsequentes, a equipe de segurança nacional americana e o Departamento de  Defesa passaram a monitorar e articular a retaliação aos inimigos. Os EUA atingiram 85 alvos em sete locais, no Iraque e na Síria. 

Veja: “Cinco novos países confirmam entrada no Brics”

O governo iraquiano anunciou que houve 16 pessoas mortes, incluindo civis. Como resultado, o Irã disse que a ação americana representa “outro erro aventureiro e estratégico dos Estados Unidos, que resultará apenas no aumento da tensão e na instabilidade na região”.

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