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Biden usou Departamento de Justiça para perseguir grupos pró-vida

Relatório revela que promotores norte-americanos atuaram com grupos abortistas para caçar ativistas

Biden durante debate na CNN
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante debate contra Donald Trump — 27/6/2024 | Foto: Reprodução/YouTube/CNN Brasil

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) divulgou nesta terça-feira, 14, um relatório que acusa a gestão de Joe Biden de usar a máquina federal para favorecer a agenda do aborto. A investigação, baseada em 700 mil documentos internos, afirma que o governo perseguiu ativistas pró-vida de forma seletiva. O governo Trump anunciou que vai restaurar a integridade do sistema logo que o relatório foi publicado.

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O documento detalha que promotores federais trabalharam em conjunto com a Planned Parenthood para monitorar cidadãos. O grupo de trabalho descobriu que o DOJ funcionou como um braço de execução de grupos de interesse. O procurador-geral em exercício, Todd Blanche, afirmou que o departamento não tolerará mais um sistema de Justiça dividido por crenças ideológicas.

Provas ocultadas e veto a religiosos

Os promotores do governo Biden esconderam evidências deliberadamente para impedir a defesa dos ativistas. Segundo o texto, funcionários do DOJ negaram acesso a dados solicitados por advogados, mesmo com os registros em mãos. O relatório também revela que o governo tentou impedir a participação de pessoas religiosas em júris para facilitar condenações.

O governo norte-americano também adotou táticas policiais agressivas contra militantes pró-vida. O FBI realizou prisões em residências mesmo quando os acusados se prontificavam a comparecer à Justiça por conta própria. O caso de Mark Houck, preso em casa por agentes federais, foi citado como exemplo de uso político da força.

Penas dobradas contra pró-vida

A disparidade nas punições revela o viés ideológico da gestão anterior. O DOJ de Biden pediu, em média, 26,8 meses de cadeia para manifestantes contrários ao aborto. Em contrapartida, réus acusados de violência contra igrejas e centros de apoio a gestantes enfrentaram pedidos de apenas 12,3 meses. A lei foi aplicada com rigor máximo apenas contra um dos lados.

Depois de assumir o cargo, a atual gestão Trump começou a reverter as medidas. O presidente norte-americano perdoou ativistas condenados e encerrou processos cíveis abertos pelo governo Biden. O Departamento de Justiça agora limitará processos contra manifestantes apenas a situações de extrema gravidade para evitar novas perseguições políticas.

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