Bolsonaro defende reformar organismos internacionais

Medida abrangeria OMS, OMC e o Conselho de Segurança da ONU
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Bolsonaro, em reunião dos Brics, em 2019 | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Bolsonaro, em reunião dos Brics, em 2019 | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil | Bolsonaro, em reunião dos Brics, em 2019 | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Medida abrangeria OMS, OMC e Conselho de Segurança da ONU

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Bolsonaro, em reunião do Brics, em 2019 | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro pediu nesta terça-feira, 17, mudanças em organismos internacionais de modo a “democratizar a governança internacional”. Durante fala na cúpula do Brics, ele cobrou reformas na Organização Mundial da Saúde (OMS), na Organização Mundial do Comércio (OMC) e no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). “Para termos uma comunidade internacional verdadeiramente integrada e ativa, precisamos reformar as entidades internacionais, a exemplo da OMS e da OMC”, defendeu Bolsonaro, ao mencionar que mudanças na OMC serão fundamentais para a retomada do crescimento econômico global. “É necessário prestigiar propostas de redução dos subsídios para bens agrícolas com a mesma ênfase que alguns países buscam promover o comércio de bens industriais”, declarou.

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Entre outros pontos, Bolsonaro fez um apelo e cobrou que o Brics atue de forma coordenada para que Brasil, Índia e África do Sul tenham assentos permanentes no Conselho de Segurança da ONU. “Assim como o Brics alcança consensos e manifesta opiniões comuns em diversos temas, também é preciso que o Brics se coordene para atuar nas legítimas aspirações de Brasil, Índia e África do Sul a assentos permanentes no Conselho de Segurança”, disse Bolsonaro. O conselho é composto de 15 países, dos quais cinco permanentes e dez assentos rotativos. Os membros constantes são Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido. Destes, China e Rússia integram o Brics. Bolsonaro também aproveitou para tecer críticas à atuação da OMS em relação ao vírus chinês. “Com todo o respeito, o que menos tem de ciência é a nossa OMS”, concluiu.

Leia também: “O Itamaraty e os rumos da política externa”, entrevista exclusiva com o chanceler Ernesto Araújo publicada na edição n° 18 da Revista Oeste

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2 comentários

  1. Poderíamos começar as reformas por aqui: tributária, eleitoral, fiscal, pacto federativo e a tal extinção das estatais que não valem para nada. Afinal, para fechar a tal EBC e sua Rádio e TV com “zero” de audiência- só para dar um exemplo-, bastava a caneta BIC, que pelo que parece está sem tinta. A tal EBC custa mais de 1 Bilhão por ano . Concordo sobre a OMC e sobre a OMS , esta última em alguns pontos, não todos. Mas o Conselho de Segurança da ONU não é para quem tem apenas “pólvora quando acabar a saliva”. Para defender posições duras nesse conselho e vetar interesses de países poderosos é preciso ter Forças Armadas que deem sustentação . Quem veta lá são os que possuem muita bala na agulha e podem sustentar seus votos com pressão militar e , sobretudo, econômica com bloqueios e sansões. No mais é pura ilusão. Fogo de palha. Mais palha que fogo.

    1. Uma frase para os babacas neutros indolentes e frouxos :

      Os lugares mais quentes do inferno são reservados para aqueles que em tempo de crise moral, se mantiveram em posições de neutralidade! Dante Alighieri, A divina comédia.

      BOTA TUDO NO CHÃO E NÃO DEIXA SOBRAR TERRA SOBRE TERRA!

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