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Carrefour vai congelar os preços de 100 produtos na França

Objetivo da rede varejista é ‘lutar’ contra a alta inflação no país

Carrefour
Foto: Reprodução/Flickr

O Carrefour anunciou, nesta segunda-feira, 22, o congelamento dos preços de cem produtos em suas filiais francesas. Sardinha enlatada, arroz e detergente líquido estão entre as mercadorias. O objetivo da rede varejista é “lutar” contra o aumento da inflação no país.

Pelas mesmas razões, a petrolífera TotalEnergies e o gigante do transporte marítimo CMA CGM também adotaram políticas similares. A empresa do setor petrolífero reduzirá os preços dos combustíveis em seus postos de gasolina até o fim deste ano, enquanto a CMA CGM informou que diminuirá as taxas de envio em € 750 por contêiner para as importações da Ásia.

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Em maio, o grupo francês de supermercados Leclerc congelou os preços dos 120 produtos mais comprados. Já em abril, as redes britânicas de supermercados Asda e Morrisons reduziram os preços de itens essenciais.

Segundo dados publicados neste mês, a inflação francesa subiu para 6,8% em julho. Trata-se da taxa mais alta desde que o país começou a usar a metodologia da União Europeia (UE) para calcular os dados, no início dos anos 1990.

A invasão da Ucrânia pela Rússia é um dos fatores que influenciaram a alta nos preços dos produtos. Isso porque o conflito no Leste Europeu, iniciado em fevereiro, interrompeu as cadeias de produção.

Leia também: “Canetadas coletivistas”, artigo de Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 107 da Revista Oeste

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4 comentários
  1. Robson Oliveira Aires
    Robson Oliveira Aires

    Quem diria congelamento de preços na Europa. Depois ficam falando mal do Brasil. Hipócritas.

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Rede de supermercados produzem todos esses produtos que pretenden congelar os preços? Que eu saiba, são apenas comerciantes, não produzem sequer um pé de alface. Podem até congelar, vamos ver como irá ficar mais adiante para repor os estoques, por exemplo. É incrível como tem tanto economista gênio nesse mundo e eu achava que era só na Argentina.

    1. Paulo Renato Versiani Velloso
      Paulo Renato Versiani Velloso

      Ainda mais com esse panorama dessa seca histórica que irá emendar com o inverno, como vão produzir alimentos? Em estufas, para uma meia dúzia de pessoas? Em outra hipótese, comprarão de quem os alimentos?

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