Chefe do FMI é acusada de ter adulterado relatório para favorecer o Partido Comunista da China

Investigação foi feita pelo Banco Mundial
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A diretora do FMI, Kristalina Georgieva, e o secretário-geral do PCC, Xi Jinping, em encontro no FMI | Foto: Reprodução/Xinhua
A diretora do FMI, Kristalina Georgieva, e o secretário-geral do PCC, Xi Jinping, em encontro no FMI | Foto: Reprodução/Xinhua

Investigação do Banco Mundial (BM) concluiu que a diretora do FMI, Kristalina Georgieva, pressionou funcionários do BM a alterar um documento em favor do Partido Comunista da China (PCC), em 2017. Trata-se do relatório Doing Business, que registrou “mudanças específicas na pontuação de dados chineses” por influência de Georgieva, com a finalidade de aumentar a posição do país asiático em ranking de negócios. Naquele ano, havia expectativas de que o PCC exerceria um papel crucial na campanha para aumento de capital do BM.

Em junho do ano passado, o BM decidiu interromper a produção da papelada depois de serem reportadas irregularidades. As inconsistências estariam presentes nas edições 2018 e 2020. Desde então, o BM vem se dedicando a uma série de revisões e auditorias internas. O Doing Business analisa e compara as regulamentações aplicáveis às empresas e o seu cumprimento em 190 economias e cidades nos níveis subnacional e regional. Em entrevista à agência de notícias Bloomberg na quinta-feira 16, Georgieva negou fraudes.

Leia também: “O jogo do gigante”, reportagem publicada na Edição 58 da Revista Oeste

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4 comentários Ver comentários

  1. Atribui-se a Napoleão Bonaparte a seguinte frase: “Cuidado, não acordem o monstro amarelo”. Pelo visto, Bonaparte tinha toda razão.

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