A China está bloqueando todos os seus investimentos em Israel. A afirmação surge no centro de uma disputa judicial envolvendo o fundo de investimentos chinês Ballet Vision e moradores do Kibbutz Hanita, comunidade situada na fronteira norte de Israel. Eles exigem, segundo o portal ynet, cerca de US$ 11 milhões depois da recusa do investidor em adquirir sua participação remanescente numa fabricante de lentes intraoculares. A comunidade cobra indenização milionária por causa da negativa do fundo em comprar a fatia restante do empreendimento.
Segundo documentos anexados ao processo apresentado no Tribunal Distrital de Tel-Aviv, a empresa justificou sua decisão com base em bloqueios impostos pela China depois do início da guerra em Gaza. A China, na política do presidente Xi Jinping, tem concentrado investimentos no Irã. Em correspondência enviada aos acionistas, o fundo declarou: “Desde o início dos combates em Israel, o governo chinês classificou Israel como uma zona de alto risco [categoria vermelha] e proibiu qualquer novo investimento chinês no país.”
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China centraliza gestão em comunidade de Israel
A tentativa de venda das ações ocorreu em meio ao agravamento das dificuldades enfrentadas pela comunidade, que relata dois anos particularmente duros e afirma necessitar dos recursos para reconstrução local. Os representantes do kibbutz também sustentam que perderam influência sobre a gestão da empresa. Segundo a ação, a administração teria sido centralizada pelo controlador estrangeiro, tornando irrelevante a manutenção de participação minoritária.
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O investidor declara que a companhia enfrenta dificuldades financeiras prolongadas, marcadas por prejuízos operacionais expressivos e elevado endividamento. O executivo responsável pela gestão da empresa, Liu Yuxiao, afirmou ter assumido o comando da companhia para evitar a falência e reorganizar as operações. Ele ressalta que o negócio caminha para alcançar equilíbrio operacional.




































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