A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China proibiu a aquisição da startup de inteligência artificial (IA) Manus pela Meta e determinou a saída das partes do negócio.
A decisão foi tomada pelo órgão responsável pela revisão de segurança de investimentos estrangeiros, com base na legislação chinesa. O comunicado não citou diretamente a Meta, dona do Facebook e do Instagram.
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Autoridades chinesas haviam anunciado, no início do ano, a abertura de investigação sobre a operação. A comissão não detalhou os motivos para barrar a compra.
A Meta havia anunciado a aquisição em dezembro, em um movimento incomum de uma big tech norte-americana que envolve uma empresa de IA com forte ligação com a China.
Startup ampliaria atuação da Meta em IA

A Manus desenvolve um agente de IA capaz de executar tarefas complexas de forma autônoma. A expectativa da Meta era usar a tecnologia para expandir suas soluções de inteligência artificial.
A empresa afirmou que não haveria participação chinesa depois da compra e que a Manus encerraria operações no país. O governo chinês já havia sinalizado que avaliaria a compatibilidade do acordo com suas regras sobre investimentos, dados e exportação de tecnologia.
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Em resposta, a Meta afirmou nesta segunda-feira, 27, que a operação seguiu integralmente a legislação aplicável e disse esperar uma resolução para o caso.






































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