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Com -20ºC, Patagônia enfrenta inverno mais intenso em décadas; veja imagens

O frio congelou rios e isolou comunidades; Exército argentino realiza operações de resgate em grande escala

Neve interdita estradas na Patagônia
Excesso de neve interdita estradas na Patagônia | Foto: Divulgação/Exército da Argentina

A Patagônia, no sul da Argentina, passa por um dos invernos mais intensos das últimas décadas, conforme relatado pelo Serviço Meteorológico Nacional, nesta semana. As temperaturas extremamente baixas provocam o congelamento de rios e lagos. Os registros de até -20ºC, em certas áreas, geraram uma situação de emergência climática, segundo o governo argentino.

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As autoridades locais iniciaram uma operação de grande escala. Eles utilizam helicópteros e tratores para ajudar comunidades isoladas e resgatar animais afetados pelo frio intenso. A situação é especialmente crítica em áreas remotas, onde pequenas comunidades ficaram sem acesso a serviços essenciais, como eletricidade e gás.

Imagens divulgadas pelo Exército argentino mostram rios completamente congelados na região de Santa Cruz. As fotos destacam o impacto severo nas fontes de água e na vida aquática local.

Além disso, foram relatadas tragédias que envolvem animais silvestres e domésticos que não resistiram às baixas temperaturas, como patos e lobos encontrados congelados.

Patagônia realiza racionamento de energia

Exército resgata viajantes
Exército resgata viajantes | Foto: Divulgação/Exército da Argentina
Helicóptero realiza resgate na Patagônia
Helicóptero realiza resgate na Patagônia | Foto: Divulgação/Exército da Argentina
Forças Armadas na Patagônia
Forças Armadas da Argentina está na região para resgatar moradores | Foto: Divulgação/Exército da Argentina
Ovelhas na Patagônia
Ovelhas são resgatadas na Patagônia | Foto: Divulgação/Exército da Argentina
Moradores da Patagônia
Moradores em meio a neve | Foto: Divulgação/Exército da Argentina

O inverso rigoroso afetou o sistema de energia elétrica da Patagônia, o que resultou em racionamentos em algumas regiões. O ministro de Governo da região, Pedro Luxem, afirmou que as equipes trabalham “contra o relógio” para salvar vidas humanas e animais em situação extrema.

Segundo o governo, o fenômeno não é apenas uma questão climática, mas também humanitária. As baixas temperaturas e o acúmulo de neve dificultam o acesso a suprimentos básicos e serviços de emergência.

As autoridades informaram que estão empenhadas em fornecer assistência às áreas mais afetadas, mas as condições climáticas adversas tornam as operações de resgate e suporte logístico desafiadoras.

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