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Contra as propostas de Macron, França tem greve geral

Reforma da previdência enfrenta resistência no país

França greve
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A França enfrenta uma greve geral nesta terça-feira, 31, promovida por trabalhadores contra as propostas de reforma da previdência do governo de Emmanuel Macron.

As paralisações, promovidas por sindicatos e partidos de esquerda, atingem diversos setores do país, como transportes, energia e escolas. Parte dos atos começou na noite anterior. Manifestações estão marcadas para diversas cidades.

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A greve teve grande adesão nos transportes, principalmente no metrô de Paris, nos trens suburbanos da região da capital e nas ferrovias provinciais, onde a circulação era quase nula nesta manhã. A Direção-Geral de Aviação Civil também pediu às companhias aéreas para cancelarem um em cada cinco voos no Aeroporto de Orly, o segundo principal da região parisiense.

Os trabalhadores do setor de energia estão entre os que aderiram à greve geral. O sistema elétrico deve operar com redução na produção de eletricidade.

O controverso projeto de reforma da previdência do governo chegou ontem à mesa da comissão de Questões Sociais da Assembleia de Deputados, primeira etapa de um longo e complexo processo. Em viagem a Haia, o presidente francês defendeu a reforma. Segundo ele, o projeto é “indispensável” para “salvar o sistema”.

Se aprovada pela Assembleia, a idade para a aposentadoria passará dos 62 para 64 anos. A contribuição mínima do trabalhador também será estendida a 43 anos.

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3 comentários
  1. Paulo Roberto de M. A. Panighel
    Paulo Roberto de M. A. Panighel

    Penso que historicamente os franceses gostam de uma ajudinha do Estado. Subsídios na agricultura, etc. Como no Brasil, a previdência pública devia estar em frangalhos e algo tem de ser feito. Ponto. Dinheiro não dá cria.

  2. Otário Subjugado
    Otário Subjugado

    Quanta inveja. Aqui os políticos corruptos acabaram com as aposentadorias e condenaram as viúvas a morrer na miséria reduzindo pela metade as pensões por morte. E o consórcio de toda a imprensa festeja.

  3. Lulidi Amin Dada
    Lulidi Amin Dada

    Uma das diferenças – ainda que em extinção – entre muitos Europeus e entre Sulamericanos, é que Europeus historicamente sempre foram brigadores e não aceitam quialquer merd* de cabeça baixa sem dizer nada.

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