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Coreia do Norte dispara mísseis antes da visita de Kamala Harris a Seul

Ação é vista como provocação do governo de Kim Jong-un

Coreia do Norte
Ditador norte coreano Kim Jong-un | Foto: Divulgação/KCNA

A Coreia do Norte disparou nesta quarta-feira, 28, dois mísseis balísticos de curto alcance na costa leste do país, segundo informações de militares sul-coreanos. A guarda costeira do Japão também confirmou o disparo.

A ação está sendo interpretada como uma provocação aos Estados Unidos, já que, na quinta-feira 29, a vice-presidente norte-americana, Kamala Harris, visitará Seul e a zona desmilitarizada entre os dois países da península.

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O lançamento dos mísseis ocorreu dois dias depois que militares da Coreia do Sul e dos EUA realizaram exercícios navais nas águas da costa leste, usando um porta-aviões. No domingo, o governo de Kim Jong-un, que afirma que jamais irá deixar o programa nuclear, disparou outro míssil balístico em direção ao mar, também na costa leste.

Em um discurso na cidade japonesa de Yokosuka, no domingo 25, Kamala disse que o lançamento do míssil pela Coreia do Norte fazia parte de um “programa de armas ilícitas que ameaça a estabilidade regional e viola várias resoluções do Conselho de Segurança da ONU”.

Desde 2006, a Coreia do Norte está sujeita a sanções da ONU, as quais o Conselho de Segurança tem intensificado de forma constante e unânime ao longo dos anos para cortar o financiamento de seus programas de armas nucleares e mísseis balísticos.

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4 comentários
  1. Vanessa Días da Silva
    Vanessa Días da Silva

    A diferença entre quando o Trump visitou a Coreia do Norte e o respeito obtido

  2. Finlab
    Finlab

    Lula tem acenado com várias propostas de cunho esquerdista radical em 2022, tais como revisão de privatizações, descontrole de gastos públicos, aumento de impostos volta da CPMF, libertação de bandidos, apoio financeiro a Cuba e Venezuela, perseguição a membros da Operação Lava Jato e partidos de oposição (direita), banimento de jornais e emissoras de oposição e maior abertura da economia brasileira ao capital chinês, inclusive à colaboração militar.

    Em termos geopolíticos, Lula presidente afasta o Brasil dos EUA e nos aproxima da China e da Rússia, que têm interesse em colocar mais bases militares na América do Sul, Atlântico Sul e Pacífico.

    Lula não pode ser eleito e, caso seja eleito, deve-se providenciar alguma maneira de impedi-lo de assumir.

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