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Índia vai proibir exportação de vacina da AstraZeneca

Governo quer garantir ao menos 100 milhões de doses do imunizante a grupos prioritários
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, não quer saber de exportar as vacinas produzidas pela AstraZeneca
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, não quer saber de exportar as vacinas produzidas pela AstraZeneca | Foto: Reprodução/Flickr

O presidente do Instituto Serum da Índia, Adar Poonawalla, informou que o governo do país vetou a exportação de doses da vacina contra a covid-19 criada pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca, que foi aprovada para uso emergencial no sábado 2. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) já trabalha nos bastidores para reverter a decisão indiana.

A proibição da venda internacional foi uma das condições para que a AZD 1222 recebesse a autorização de emergência no país. Assim, o governo quer garantir ao menos 100 milhões de doses neste primeiro momento para vacinar os grupos prioritários. O imunizante não poderá ser vendido por cerca de três meses, no mínimo.

O Instituto Serum é o maior fabricante global de vacinas e fechou contrato com Nova Délhi para produzir 1 bilhão de doses do imunizante contra o coronavírus Sars-CoV-2. Conforme as informações do presidente do grupo, cerca de 60 milhões de frascos já estão prontos. A Índia pagará 2,3 euros por dose e elevará o preço de mercado da produção nacional para 12,5 euros .

Leia também: “Clínicas particulares negociam compra de vacina da Índia”

 

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