Em resposta à recente ofensiva militar dos Estados Unidos que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro, a líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, negou qualquer influência estrangeira no comando do país.
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A manifestação ocorreu nesta terça-feira, 6, depois de declarações do presidente dos EUA, Donald Trump. Ele afirmou ter assumido o controle venezuelano depois dos ataques aéreos em Caracas e em outros três Estados.
Durante pronunciamento transmitido pela televisão, Delcy Rodríguez assegurou que “o governo da Venezuela exerce o poder” no país, “e mais ninguém”. “Não há agente externo que governe a Venezuela”, afirmou ela.
Sua posse foi determinada pela Suprema Corte, alinhada ao setor chavista, para um mandato provisório de 90 dias, com possibilidade de prorrogação.
Origem familiar e trajetória pessoal de Delcy Rodríguez

Delcy Rodríguez nasceu em Caracas em 18 de maio de 1969 e é filha de Jorge Antonio Rodríguez, líder revolucionário e fundador da Liga Socialista, e de Delcy Gómez. Seu pai morreu sob custódia policial nos anos 1970, período em que o governo venezuelano recebia apoio dos Estados Unidos. O irmão, Jorge Rodríguez Gómez, também ocupa papel relevante na política venezuelana como ex-vice-presidente e ex-prefeito de Caracas.
Formada em direito pela Universidade Central da Venezuela, Delcy Rodríguez tem especialização em direito do trabalho e diz ter realizado pós-graduação em Paris e Londres. Atuou também como professora universitária e presidiu uma associação de advogados trabalhistas.
Em sua vida pessoal, não tem filhos e não é casada, tendo mantido relacionamentos conhecidos, como com o ator Fernando Carrillo até 2007 e, depois, com Yussef Abou Nassif Smaili.
Sua carreira política começou em 2003, durante a gestão de Hugo Chávez, quando ocupou cargos técnicos ligados à Vice-Presidência e ao Ministério de Energia e Minas. Desde então, acumulou funções importantes no núcleo chavista, tanto em áreas internas quanto na diplomacia.
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Integrante da direção nacional do PSUV, Delcy Rodríguez chegou a liderar o movimento Somos Venezuela, criado em 2018 como braço político e social do regime. Desde 2018, ela é alvo de sanções impostas por Estados Unidos, União Europeia, Canadá, México e Suíça.





































ELA NÃO ENTEU QUE ESTÁ DENTRO DE UM CALDEIRÃO E A AGUA ESTÁ ESQUENTANDO… VAI VIRAR SAPA COZIDA !
Agora que não é mais o Maduro, e o regime chavista está BEM enfraquecida, o povo venezuelano deveria seguir o exemplo de Nepal.