Dezenas morrem em protestos no Cazaquistão

Segundo o Ministério do Interior, cerca de 2 mil pessoas foram presas até o momento
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A onda de manifestações é considerada a maior desde a independência do país, em 1991
A onda de manifestações é considerada a maior desde a independência do país, em 1991 | Foto: Reprodução

Dezenas de manifestantes e pelo menos 13 policiais morreram durante os protestos violentos no Cazaquistão. O país enfrenta uma onda de manifestações em meio a uma grave crise política que resultou na dissolução do governo.

De acordo com informações da TV estatal, dois policiais foram decapitados.

Os manifestantes atacaram prédios públicos na cidade de Almaty, a capital econômica do Cazaquistão. As forças de segurança do país não conseguiram controlar a violência dos atos.

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O governo local recuou na decisão de aumentar o preço dos combustíveis, fato que deu início à série de manifestações. Mesmo assim, os protestos prosseguem.

Segundo o Ministério do Interior, cerca de 2 mil pessoas foram presas até o momento. Mais de 300 policiais ficaram feridos. A onda de manifestações é considerada a maior desde a independência do país, em 1991.

Como noticiado por Oeste, horas depois de o governo cair os manifestantes que derrubaram a gestão federal tomaram o aeroporto de Almaty. Em razão do ocorrido, todos os voos foram cancelados nos últimos dias.

O presidente Kassym-Jomart Tokayev dissolveu o próprio governo, mas não renunciou. Ele decretou estado de emergência e impôs um toque de recolher, que não foi respeitado pelos manifestantes.

Com informações de agências internacionais

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2 comentários Ver comentários

  1. As tropas russas já estão a caminho, não ficará um manifestante em pé, protetorado russa não tem essa de manifestação, ainda mais com a base de lançamento de foguetes de Baikonur, a qual os russos não abrem mão.

  2. É isso que a gente não quer ver aqui.

    O voto impresso auditável nos daria alguma garantia de que essa tragédia não acontecerá, mas, se vier a acontecer, pelo menos sabemos os nomes de todos que tiveram o destino do país em suas mãos e optaram por correr o risco. A História não conseguirá poupá-los.

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