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Em 1959, Fidel Castro prometia eleições livres aos cubanos em 18 meses

Já se passaram 62 anos desde a fala do ditador e as eleições ainda não aconteceram

fidel castro
Foto: Marcelo Montecino/Flickr

Pouco depois de destituir o ditador cubano Fulgêncio Batista, em janeiro de 1959, Fidel Castro concedeu uma entrevista ao programa norte-americano Face the Nation. Naquele momento, Castro tentava conquistar o apoio do governo dos EUA.

Ao apresentador, Fidel disse que as eleições em Cuba ocorreriam em 18 meses. Contudo, 62 anos já se passaram e o poder continua nas mãos da ditadura comunista. Veja, abaixo, um trecho da entrevista:

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Leia também: “Em Cuba, milhares protestam contra a ditadura esquerdista”

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4 comentários
  1. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    A grande imprensa está falida como o regime cubano e os seus admiradores 👹

  2. Hipocrisia é Desvio de Caráter
    Hipocrisia é Desvio de Caráter

    Ahh, a ditadura mais charmosa do planeta. Como foi lindo ver eliminar opositores no paredon. Ai, ai, aquele regime causa suspiros…

  3. FRANCISCO H
    FRANCISCO H

    E a ‘grande’ imprensa brasileira está num silêncio ensurdecedor sobre o que está acontecendo agora em Cuba. Para encontrar alguma notícia dos protestos no UOL, Globo e asseclas, tem que ir no rodapé da última página, embaixo dos anúnicios classificados.
    E ainda dizem que a culpa é dos EUA, que sufocam a economia deles …

  4. Davi AHS
    Davi AHS

    Existem eleições em Cuba. Só que elas são tão confiáveis quanto o nosso sistema de eleições eletrônicas: Se você não acreditar no resultado, problema seu! E você corre o risco de ser preso em flagrante e inafiançável, ser processado por “atentado à democracia”, e ser condenado, tudo pela mesma autoridade. Qualquer semelhança é mera semelhança mesmo. Essas eleições inquestionáveis ocorrem em todas as ditaduras. Elas fazem questão de ter eleições para dizer que têm, mas são sempre eleições “infraudáveis” e “inauditáveis”. Como se eleições, por si só, fossem a prova necessária e suficiente do respeito à soberania da vontade popular. Só que, no mundo de hoje, esse argumento já não convence ninguém.

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