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Equipe de Trump sabe que Lula ligou presidente eleito ao nazismo

Para o governo, no entanto, a declaração do petista não representa afronta ao republicano

O governo Lula elaborou o documento com base em dados de 50 mil empresas com 100 ou mais empregados | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Declaração de Lula sobre Trump foi feita em entrevista a emissora francesa | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Depois da confirmação da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, Celso Amorim, assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, declarou que o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Kamala Harris foi discreto, alegando que o ex-presidente não fez críticas abertas a Trump.

De acordo com o portal Metrópoles, assessores de Trump receberam informações sobre declarações de Lula antes das eleições. Em entrevista a uma emissora francesa, realizada em 31 de outubro, o petista afirmou que o retorno de Trump à Casa Branca simbolizaria “o ressurgimento do fascismo e do nazismo sob uma nova forma”.

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Na mesma entrevista, Lula, que se define como defensor da democracia, expressou apoio a Kamala Harris. As declarações o presidente brasileiro foram mostradas à equipe de Trump durante um encontro na Flórida. Celso Amorim, por sua vez, reiterou que o governo Lula pretende manter um “relacionamento normal” com o presidente eleito Trump.

Para membros do governo, fala de Lula não afronta Trump

Amorim citou a relação entre Lula e o presidente George W. Bush como exemplo, afirmando que, mesmo depois da forte condenação da guerra do Iraque, o Brasil conseguiu manter uma relação diplomática estável, com visita de Bush ao Brasil em duas ocasiões.

Integrantes do governo alegam que as declarações de Lula não foram uma afronta direta a Trump, mas, sim, uma crítica ao que ele percebe como o “crescimento do ódio”, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa e América Latina.

O Planalto afirma que a visão de Lula é uma “análise do cenário global, sem intenção de atacar diretamente o presidente eleito”. O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) também comentou o assunto, destacando que a vitória de Trump não deve alterar as relações políticas nem comerciais entre Brasil e Estados Unidos.

“Brasil e Estados Unidos têm mais de 200 anos de relação sempre estabelecida da melhor forma possível”, afirmou. “Não há razão para alterar a relação política e comercial.”

Republicano foi eleito como 47º presidente dos EUA

Trump, no discurso da vitória nas eleições deste ano – 6/11/2024 | Foto: Carlos Barria/Reuters
Trump, no discurso da vitória nas eleições deste ano – 6/11/2024 | Foto: Carlos Barria/Reuters

Donald Trump ganhou uma disputa acirrada contra a atual vice-presidente, Kamala Harris, e será o 47º presidente dos Estados Unidos a partir de 2025.

A vitória do republicano é um marco na história da política norte-americana, porque é a segunda vez que um ex-presidente volta à Casa Branca depois de perder uma reeleição. Há quatro anos, ele deixou o cargo para Joe Biden.

Somente Grover Cleveland, 22º presidente do país, havia conseguido esse feito. 

Agora, a expectativa em todo o globo é que o retorno de Trump à Presidência dos Estados Unidos no ano que vem traga mudanças significativas nas relações internacionais, principalmente com as lideranças da China, da Rússia e também da União Europeia.

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8 comentários
  1. CÉSAR AUGUSTO LUIZ PEREIRA DA SILVA
    CÉSAR AUGUSTO LUIZ PEREIRA DA SILVA

    Para Lula e para a seita cleptolulopetista, quem não pensa em roubar o povo e também não pensa exatamente como eles é nazista.

  2. Rê

    Foi uma crítica direta a Trump e atacou-o, sim. Obviamente. Não disfarça, Celso Amorim.

  3. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    É a cara do PT . Dá um tapa e esconde a mão.

  4. Christian
    Christian

    O Boquirroto sempre falando demais…
    Depois que falou, aguente as consequências.

  5. Roberto Lopes Bezerra
    Roberto Lopes Bezerra

    Um presidente da envergadura de Trump não vai se preocupar com um ser asqueroso qualquer!

  6. Reinaldo Terribelli
    Reinaldo Terribelli

    É mesmo Amorim ?
    o molusco como sempre sem pensar em consequências chamou o cara de nazifacista , em publico .
    Ou agora vão dizer que não chamou?
    E essa visita do chinês por aqui já vai ficar anotada no caderninho como ficou a visita dos dois navios iranianos.
    Não adianta passar pano , essas coisas vão fatalmente ser “precificadas”.
    E americano não esquece de desfeitas , veja o exemplo de Cuba.

  7. Moisés Fróes
    Moisés Fróes

    Estão com medinho! Cagando e mijando nas calças de MEDO!

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