Escolas nos EUA se unem contra o ‘divisionismo’ e proíbem bandeiras LGBT e do Black Lives Matter

Conselhos educacionais pedem colégios apartidários
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Reportagem foi publicada em jornal britânico
Reportagem foi publicada em jornal britânico | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Escolas norte-americanas estão proibindo a exibição de bandeiras LGBTQ+ em suas dependências em Estados dos EUA, além de insígnias do Black Lives Matter (BLM). A justificativa: os estandartes são políticos e divisionistas. O mais recente a aderir à campanha antiesquerda foi um distrito escolar de Newberg, no Oregon, que na semana passada proibiu colégios de exibirem símbolos do orgulho gay e do BLM em salas de aula.

“Não pagamos nossos professores para empurrar seus pontos de vista políticos sobre nossos alunos”, declarou Brian Shannon, membro do conselho educacional do distrito, em entrevista ao jornal britânico The Independent, publicada na semana passada. “O papel dos educadores é ensinar o currículo acadêmico aprovado pelo governo”, observou, ao mencionar supostos casos de doutrinação praticados por docentes das instituições.

Em Davis, condado de Utah, também foi barrada a presença de imagens LGBT e do BLM nas salas de aula. “Nenhuma bandeira será hasteada em nossas escolas, exceto a dos EUA”, disse o porta-voz do conselho, Chris Williams. O distrito escolar de Bluffton-Harrison, em Indiana, tende a seguir o mesmo caminho. Atualmente, os integrantes do conselho educacional local avaliam a possibilidade de banir das salas os símbolos dos coletivos.

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