Estudo indica presença de anticorpos 9 meses depois da infecção por covid

A pesquisa foi realizada pela Universidade de Pádua com o apoio do Imperial College de Londres
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Entre fevereiro e março de 2020, foram realizados os testes para detectar os contaminados
Entre fevereiro e março de 2020, foram realizados os testes para detectar os contaminados | Foto: Divulgação/Unsplash

Um estudo publicado nesta segunda-feira, 19, pela revista Nature revelou que os níveis de anticorpos para combater a covid-19 continuam altos por nove meses depois da infecção pelo coronavírus Sars-CoV-2. A pesquisa foi liderada por Andrea Crisanti, professor de medicina molecular da Universidade de Pádua, na Itália, e contou com a colaboração do Imperial College de Londres.

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O levantamento de dados ocorreu com 85% dos 3 mil residentes da cidade italiana de Vo’Euganeo. Entre fevereiro e março de 2020, foram realizados os testes para selecionar os contaminados. A partir de então, os curados tiveram seus níveis de anticorpos monitorados por três tipos de exame. Em novembro, 98% dos pacientes ainda apresentavam índices detectáveis da proteção natural.

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“Não encontramos evidências de que os níveis de anticorpos entre infecções sintomáticas e assintomáticas diferem significativamente, sugerindo que a força da resposta imune não depende dos sintomas e da gravidade da infecção”, afirmou Ilaria Dorigatti, uma das autoras do estudo, do Centro de Análise Global de Doenças Infecciosas e do Instituto Abdul Latif Jameel para Análise de Emergências e Doenças no Imperial College. Entretanto, a especialista acrescentou que “os níveis de anticorpos variam, às vezes notavelmente, dependendo do teste usado”.

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4 comentários

  1. Tive Covid em julho de 2020. Realizei exame em junho de 2021 e constatou-se que tenho IgG reagente com os tais anticorpos, Anti-spyke, Neutralizantes.
    Se o objetivo da vacina é produzir os tais anticorpos, resta a pergunta: para que tomar a vacina?
    O idiota útil pode repetir como papagaio o que ouviu na imprensa: “mas os anticorpos têm duração curtaaaa”. Ô jumentinho, tive a peste chinesa em julho do ano passado e os anticorpos persistem até o mês passado, pelo menos. As vacinas começaram a ser aplicadas no mundo em dezembro. Qual estudo de observação garante a duração de anticorpos produzidos por vacinas por mais tempo do que os naturais? Simples a resposta: não existe tal estudo.
    Podem me quitar os direitos que bem entenderem. Só tomo vacina contra Covid-19 o dia em que não tiver os anticorpos naturais em meu corpo.

    1. É fato sua descrição. Eu tive em.abril do ano passado e fiz questão de pagar, caro diga-se de passagem, monitorando inicialmente pelo anticorpos totais em setembro de 2020.
      Posteriormente em conjunto com os anticorpos neutralizantes e somente em maio de 2021 meu nível de proteção estava no limite mínimo pela, pela presença de anticorpos neutralizantes, os tais que se ligam a conexões Spike. Mas de qualquer forma quem.ja se contaminou naturalmente e criou defesa ainda tem a memória das células B e T presentes na medula óssea, e que se encarregam logo que percebem a presença de um intruso, de produzir os anticorpos. Assim seremos capazes de reagir mais rápido ao Sars Cov 2. Enfim o corpo humano é inteligente e sobrvive a este mundo por milhares de anos enfrentando de forma inteligente seus inimigos naturais. Mas sabemos que se a vacina tem em.um todo uma finalidade de prevenir uma arraso maior, também é fato que os laboratórios estão aí pra fazer a festa.

    2. Justamente. A imunidade gerada pelo nosso corpo pós infecção ao vírus chinês é maior e mais completa do que qualquer uma vacina feita até o momento. E não adianta os vacinalovers falar que isso é negacionismo, há vários estudos sobre imunidade pós Covid.

  2. Caro Alex, se tivéssemos grana pra fazer o exame IgG todo mês, veríamos que a quantidade de anticorpos sofre variações, aumentando e diminuindo conforme contato ou não com o vírus. Pesquisas nesse sentido estão ‘proibidas’ devido aos interesses da Big Farma e da galerinha que usa camiseta do Chê nas redações da imprensa.
    De toda ordem, a propriedade de o organismo entrar em ação imediatamente permanece intocada. Esse é o chamado efeito memória.

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