A visita diplomática do presidente dos EUA, Donald Trump, ao Reino Unido tem o acompanhamento de um esquema de segurança sem precedentes. A operação é uma das maiores no país nos últimos tempos. Envolve uma colaboração estreita entre o Serviço Secreto dos EUA, a polícia britânica, assim como agências de inteligência, como o MI5.
O clima é de tensão devido a episódios recentes de violência política. O principal deles é o assassinato em Utah do ativista Charlie Kirk, de 31 anos, grade apoiador de Trump. Ha, ainda, o caso da jovem ucraniana Iryna Zarutska, de 22, brutalmente assassinada em um metrô na Carolina do Norte. Além disso, manifestações no Nepal, contra a censura, e no próprio Reino Unido, contra a imigração, agregam pontos de atenção na rotina das autoridades.
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EUA intensificam restrições
No Castelo de Windsor, hospedagem do casal Trump, a segurança intensificou o regime de restrições temporárias no espaço aéreo e patrulhas terrestres e aquáticas. A polícia local, em colaboração com o Serviço Secreto, monitora ativamente o perímetro para garantir a segurança do presidente e dos cidadãos.
Uma das medidas em destaque é o uso de drones. A polícia de Thames Valley implementou uma das maiores operações já vistas na região. Unidades não tripuladas vigiam os arredores do castelo. A estratégia visa detectar e neutralizar a tempo possíveis ameaças de grupos terroristas ou indivíduos radicais.
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Além das medidas locais, houve uma colaboração internacional significativa para garantir a segurança de Trump durante sua visita. O Serviço Secreto dos EUA trabalhou em estreita colaboração com as autoridades britânicas. O trabalho inclui o controle de eventuais manifestações e a gestão de possíveis riscos associados à visita.
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