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EUA impõem vigilância máxima à segurança de Trump

Visita ao Reino Unido usa esquema sem precedentes, envolvendo o Serviço Secreto, Forças Armadas e agências britânicas

Presidente do EUA, Trump é recebido pelo visconde Henry Hood, representante do Rei Charles: visita ao Reino Unido em meio a tensões com episódios de violência política | Foto: REUTERS/Chris Radburn
Presidente do EUA, Trump é recebido pelo visconde Henry Hood, representante do Rei Charles: visita ao Reino Unido em meio a tensões com episódios de violência política | Foto: REUTERS/Chris Radburn

A visita diplomática do presidente dos EUA, Donald Trump, ao Reino Unido tem o acompanhamento de um esquema de segurança sem precedentes. A operação é uma das maiores no país nos últimos tempos. Envolve uma colaboração estreita entre o Serviço Secreto dos EUA, a polícia britânica, assim como agências de inteligência, como o MI5.

O clima é de tensão devido a episódios recentes de violência política. O principal deles é o assassinato em Utah do ativista Charlie Kirk, de 31 anos, grade apoiador de Trump. Ha, ainda, o caso da jovem ucraniana Iryna Zarutska, de 22, brutalmente assassinada em um metrô na Carolina do Norte. Além disso, manifestações no Nepal, contra a censura, e no próprio Reino Unido, contra a imigração, agregam pontos de atenção na rotina das autoridades.

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EUA intensificam restrições

No Castelo de Windsor, hospedagem do casal Trump, a segurança intensificou o regime de restrições temporárias no espaço aéreo e patrulhas terrestres e aquáticas. A polícia local, em colaboração com o Serviço Secreto, monitora ativamente o perímetro para garantir a segurança do presidente e dos cidadãos.

Uma das medidas em destaque é o uso de drones. A polícia de Thames Valley implementou uma das maiores operações já vistas na região. Unidades não tripuladas vigiam os arredores do castelo. A estratégia visa detectar e neutralizar a tempo possíveis ameaças de grupos terroristas ou indivíduos radicais.

Leia também: “Amor ou ódio?”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 287 da Revista Oeste

Além das medidas locais, houve uma colaboração internacional significativa para garantir a segurança de Trump durante sua visita. O Serviço Secreto dos EUA trabalhou em estreita colaboração com as autoridades britânicas. O trabalho inclui o controle de eventuais manifestações e a gestão de possíveis riscos associados à visita.

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1 comentário
  1. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Todo cuidado é pouco, antes a terceira guerra mundial do que essa esquerda dominar a política mundial

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