O presidente americano Joe Biden quer divulgar informações obtidas pela Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) que provariam que a China está em vias de fornecer armas para apoiar a Rússia no conflito com a Ucrânia.
As discussões sobre dar publicidade às informações obtidas pela CIA acontecem antes da reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que devem acontecer na sexta-feira, 24, quando se marca um ano da invasão da Ucrânia pela Rússia.
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Diversos alertas e apelos já foram feitos à China, mediados pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Uma advertência formal foi entregue no último final de semana a Wang Yi, em Munique, por várias autoridades ocidentais, incluindo o secretário de Estado, Antony Blinken, e o secretário de relações exteriores britânico, James Cleverly.
Em Munique, Blinken e Wang se reuniram as portas fechadas, mas a negociação terminou sem nenhum sinal de consenso sobre questões-chave, como o suposto balão espião chinês.
Nas últimas semanas, os Estados-membros da Otan receberam informações de que Pequim pode encerrar sua restrição auto-imposta de não fornecer armas à Rússia, embora não haja nenhuma declaração oficial da parte de autoridades chinesas.
Pequim limitou seu apoio à assistência financeira e à compra de petróleo, mas essa postura parece estar mudando, conforme as últimas avaliações das autoridades de inteligência do Ocidente.
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Quando um político chinês diz algo, entenda exatamente o oposto.
Não Vamos = Vamos
Não apoiamos = Apoiamos
Não forneceremos = Forneceremos.
E assim por diante.