O porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Tommy Pigott, anunciou que o governo de Donald Trump vai revogar os vistos de integrantes da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e da Autoridade Palestina (AP) antes da próxima Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).
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Por meio de suas redes sociais, Pigott argumentou que a decisão segue a legislação norte-americana. O governo afirma que só considerará a OLP e a AP como “parceiros de paz” se rejeitarem “completamente o terrorismo” e abandonarem a busca de reconhecimento unilateral de um “Estado hipotético”.
“Ambas as ações contribuíram materialmente para a recusa do Hamas em libertar seus reféns e para o colapso das negociações de cessar-fogo em Gaza”, diz trecho do comunicado norte-americano.
Com a decisão, autoridades como Mahmoud Abbas, presidente da AP, ficam impedidos de viajar a Nova York para discursar no encontro anual da ONU.
EUA já haviam aplicado sanções contra OLP e AP
Em julho, a Casa Branca já havia anunciado sanções às duas organizações. A decisão foi uma resposta à política conhecida como pay-to-slay, que paga salários às famílias de terroristas envolvidos em ataques contra israelenses.
O governo norte-americano, na ocasião, justificou a medida com base em duas legislações. São elas o Ato de Cumprimento dos Compromissos da OLP de 1989 e o Ato dos Compromissos pela Paz no Oriente Médio de 2002.
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“A OLP e a Autoridade Palestina estão promovendo iniciativas contrárias às resoluções 242 e 338 do Conselho de Segurança, internacionalizando o conflito com Israel por meio de ações em tribunais como o TPI e a CIJ”, escreveu o Departamento de Estado.
Gideon Saar, ministro de Relações Exteriores de Israel, reagiu nesta sexta-feira, 29, e agradeceu aos EUA pela decisão contra as autoridades palestinas. O anúncio ocorre um mês antes da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas.
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Ué? E o Padilha vai poder?
Seria ótimo que se estendesse àqueles no Brasil que apoiam grupos terroristas.
Ótima sugestão!
Parafraseando o Xandão: “Ainda há muito vistos pra revogar e muita Magnitsky pra aplicar”.