Facebook se posiciona como vítima de ‘ataque’ judicial

Empresa passa a ser alvo de ações na Justiça dos EUA
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Foto: Canva | facebook - vítima x autoridades dos eua

Empresa passa a ser alvo de ações na Justiça dos EUA

facebook - vítima x autoridades dos eua
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O Facebook se posicionou um dia após se tornar alvo de ações judiciais lideradas pela Comissão Federal de Comércio (FTC) dos Estados Unidos. Em carta assinada por sua vice-presidente global jurídica, Jennifer Newstead, e divulgada nesta quinta-feira, 10, a empresa se posiciona como vítima da situação. Segundo o texto assinado pela executiva, a companhia está sendo “atacada” por órgãos reguladores norte-americanos.

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Para Jennifer, autoridades locais, que além de membros do FTC contam com procuradores de mais de 50 Estados norte-americanos, resolveram “atacar” duas aquisições feitas em 2014. No ano em questão, a companhia liderada por Mark Zuckerberg comprou a rede social Instagram e o aplicativo de mensagens WhatsApp. Nesse sentido, a empresa reclama da possibilidade de ter que se desfazer desses dois ativos.

“Além de ser um revisionismo histórico, não é assim que as leis antitruste deveriam funcionar”

De forma velada, a vice-presidente do Facebook questiona se a empresa não está sendo alvo de motivação política. “Aparentemente sem levar em conta a legislação estabelecida ou as consequências para a inovação e investimentos, a comissão está dizendo que errou e quer uma nova análise”, comenta Jennifer em trecho da nota. “Além de ser um revisionismo histórico, não é assim que as leis antitruste deveriam funcionar. Nenhum agente antitruste [termo para definir combate à concorrência desleal] norte-americano jamais abriu um caso como esse antes”, prossegue.

Redes sociais

Detentor das marcas WhatsApp e Instagram desde 2014, o Facebook informa, ainda, ter investido bilhões de dólares em melhorias e inovações ao longo dos últimos anos nas duas plataformas. Com isso, a companhia defende o direito de permanecer com a estrutura atual, nos Estados Unidos ou em qualquer outra parte do mundo. “Evidências mostrarão que o Facebook, Instagram e WhatsApp devem permanecer juntos, competindo pelos méritos com ótimos produtos”, promove-se a companhia.

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