Um bombardeiro estratégico B-1B Lancer da Força Aérea dos Estados Unidos (EUA) precisou adotar uma rota incomum e mais arriscada ao retornar de uma missão contra o Irã, na madrugada de 18 de março. A aeronave, de matrícula 86-0120, pousou posteriormente em uma base avançada em Gloucestershire, no Reino Unido.
Dados de rastreamento divulgados pela plataforma Airnav Radar revelam que, apesar do êxito da operação militar, o trajeto de volta expôs mais uma vez fissuras políticas dentro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), principalmente no que diz respeito à condução de ações no Oriente Médio.
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EUA: contorno obrigatório
Ao deixar a área de operações, o bombardeiro seguiu pelo Mar Mediterrâneo em direção ao Estreito de Gibraltar, partindo da região próxima a Israel. O que chama atenção, no entanto, é o desvio realizado para alcançar o Atlântico: em vez de cruzar o espaço aéreo europeu continental, a aeronave fez uma inflexão rumo ao norte, contornando completamente países como Portugal, Espanha e França.
A manobra não foi casual. Segundo fontes diplomáticas, esses países — com destaque para França e Espanha — recusaram autorização para o sobrevoo em missões classificadas como ofensivas contra o Irã. A restrição, dizem os países, não se aplica a operações de caráter humanitário, logístico nem de transporte.
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O episódio evidencia uma divisão política cada vez mais clara entre aliados ocidentais. Na Espanha, o governo de Pedro Sánchez, sustentado por uma coalizão de esquerda, tem adotado uma linha mais resistente a intervenções militares externas, sobretudo no Oriente Médio. A França continua sendo membro central da Otan, mas defende maior “autonomia estratégica europeia”. Em Portugal, embora o discurso oficial seja mais moderado, há também uma tendência relevante dentro do espectro político a evitar o envolvimento indireto em ações de ataque.
Essa postura, frequentemente justificada como prudência diplomática, é vista por analistas críticos como um fator de desgaste na coordenação estratégica da Otan, a exemplo da ONU. Ao negar apoio logístico básico — como o uso do espaço aéreo —, esses países acabam impondo obstáculos operacionais a aliados e ampliando os riscos de missões já sensíveis.
No caso específico do B-1B, a necessidade de contornar o território europeu implicou aumento no tempo de voo e maior complexidade no reabastecimento aéreo, além de potencial exposição adicional a ameaças ao longo do percurso.
Durante o retorno, a aeronave operou entre 17 mil e 25 mil pés de altitude — abaixo do padrão comum para esse tipo de plataforma —, possivelmente como parte de ajustes táticos diante das limitações impostas pela rota alternativa.
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A França é formada por frouxos e burros se meteram em guerras e apanhou feio na nas duas guerras mundiais no Vietnã no norte da África nestas ocasiões foram salvos pelos jovens soldados americanos que deram suas vidas para derrotar os inimigos da França, e agora não deixam os aviões americanos sobrevoar o país!!
A França sempre hipócrita… Não fosse pelos EUA hoje seria uma colônia alemã.
Então caso a Espanha, a França ou Portugal sejam atacados militarmente por algum inimigo deverão defenderem a si próprios e não buscarem auxílio dos EUA. Conseguirão defenderem-se sozinhos?
Um fresco e outro esquerdista amigo do ladrao , vão a merda.