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• O Itamaraty reforçou recomendações de viagem ao Oriente Médio em alerta consular.
• O governo recomenda que brasileiros não viajem ao Irã, Israel, sul do Líbano, Faixa de Gaza e Iêmen.
• O ministério orienta evitar viagens não essenciais à Cisjordânia, Síria, Iraque, demais regiões do Líbano, Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita.
O Ministério das Relações Exteriores reforçou em suas redes sociais nesta terça-feira, 21, as recomendações de viagem ao Oriente Médio em razão das tensões na região. As orientações constam em um alerta consular publicado em 4 de julho.
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O governo recomenda que brasileiros não viajem ao Irã, Israel, sul do Líbano, Faixa de Gaza e Iêmen. Também orienta evitar viagens não essenciais à Cisjordânia, Síria, Iraque, demais regiões do Líbano, Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita.
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Novo alerta diferencia áreas de conflito
Em comparação com o alerta consular divulgado em fevereiro, o Itamaraty passou a diferenciar o grau de recomendação conforme a situação de cada país ou região. Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita deixaram a lista de destinos para os quais a orientação era não viajar e passaram à categoria de evitar apenas viagens não essenciais.
O novo comunicado também separa as recomendações para os territórios palestinos e para o Líbano. Enquanto o alerta de fevereiro tratava apenas de “Palestina” e “Líbano”, o texto atual recomenda não viajar à Faixa de Gaza e ao sul libanês, e orienta evitar apenas viagens não essenciais à Cisjordânia. Além disso, o Iêmen passou a integrar a lista.

O alerta também traz recomendações de segurança para brasileiros que estejam na região. Entre elas, acompanhar as orientações das embaixadas brasileiras e das autoridades locais, evitar multidões e protestos, monitorar a imprensa local e verificar as condições de segurança antes de deixar o local de residência ou hospedagem.
O Itamaraty também orienta brasileiros a não filmar, fotografar nem divulgar, em redes sociais, imagens, vídeos ou textos sobre instalações militares, ataques ou outros eventos relacionados ao conflito, pois esse conteúdo pode ser considerado pelas autoridades locais como um risco à segurança nacional. Segundo o ministério, as condutas podem resultar em detenção.
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