Governo cubano nega autorização para manifestações pacíficas

Ditadura alega que a iniciativa faz parte de esforços para derrubar o regime comunista do país
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Bandeira cubana
Bandeira cubana | Foto: Gabrielmbulla/Pixabay

Em Cuba, o governo não permitiu a realização de manifestações pacíficas por mais liberdades civis. Nesta terça-feira, 13, as autoridades do país alegaram que a iniciativa faz parte de esforços para derrubar a ditadura comunista.

“Os organizadores e suas projeções públicas, assim como os vínculos de alguns com organizações subversivas ou agências financiadas pelo governo norte-americano, têm a intenção manifesta de promover uma mudança no sistema político de Cuba”, diz uma carta oficial entregue aos opositores.

Reunindo críticos ao regime, um grupo de Facebook chamado Archipiélago é responsável pelo planejamento do protesto. Inicialmente, os atos estavam marcados para 20 de novembro. Contudo, os eventos foram alterados para o dia 15 do mesmo mês, depois que o governo cubano declarou a data original como o ‘Dia Nacional da Defesa’.

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Entre as reinvindicações, estão liberdades civis, o direito a se manifestar de maneira pacífica e anistia para os presos políticos.

Leia também: “Cuba comprova que Socialismo é repressão”

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