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Governo francês recorre aos militares para proteger igrejas

Emmanuel Macron anunciou a medida depois do ataque terrorista islâmico contra cristãos
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Foto: Divulgação/Twitter | Foto: Divulgação/Twitter

Emmanuel Macron anunciou a medida depois do ataque terrorista islâmico contra cristãos

governo francês
Atualmente, a França monitora 8 mil pessoas cadastradas no arquivo de alertas para a prevenção da radicalização terrorista | Foto: Divulgação/Twitter

Na quinta-feira 29, o presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou que as Forças Armadas vão proteger igrejas cristãs no país. A medida prevê garantir segurança aos fiéis que celebrarão o Dia de Todos os Santos, no domingo 1°. Conforme noticiou Oeste, religiosos foram vítimas de um ataque terrorista islâmico na Basílica de Notre-Dame de Nice. Uma brasileira morreu. Sete mil militares farão patrulhamento nas ruas e devem ser remanejados, na segunda-feira 2, de modo a reforçar a proteção de escolas.

Atualmente, a França monitora 8 mil pessoas que estão cadastradas no arquivo de alertas para a prevenção da radicalização terrorista. Contudo, nenhum dos responsáveis pelo mais recente ataque constava na lista. Extremistas islâmicos têm utilizado as redes sociais a fim de organizar os atentados, o que dificulta o trabalho da polícia. Também as prisões francesas continuam sendo um grande vetor de radicalização — são mais de 500 pessoas ligadas a grupos terroristas naquele país.

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