O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira, 30, mais de 3 milhões de páginas dos arquivos da investigação contra Jeffrey Epstein. Segundo o vice-procurador-geral Todd Blanche, o material inclui mais de 2 mil vídeos e 180 mil imagens, com “grandes quantidades de pornografia comercial”.
Blanche negou interferência da Casa Branca ou do presidente Donald Trump na liberação dos arquivos. “Não protegemos Trump na divulgação dos arquivos”, afirmou. O vice-procurador-geral disse ainda que a liberação encerra o processo interno de revisão dos documentos.
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Em novembro de 2025, Trump sancionou uma lei que determinava a divulgação dos arquivos relacionados a Epstein. Batizado de Epstein Files Transparency Act, o texto foi apresentado pelo deputado Ro Khanna, do Partido Democrata da Califórnia. Contou ainda com a coautoria do deputado Thomas Massie, do Partido Republicano do Kentucky.
Divulgação atrasada dos arquivos de Epstein

No início do mês, o departamento admitiu à Justiça que havia divulgado apenas 1% dos arquivos sob sua guarda. A publicação integral deveria ter ocorrido até 19 de dezembro, conforme a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, sancionada por Trump, mas o prazo não foi cumprido.
Em 23 de dezembro, o governo liberou mais de 30 mil documentos, que indicaram a proximidade de Epstein com políticos e celebridades. Uma vítima brasileira foi citada.
No dia seguinte, o departamento informou que precisaria de “algumas semanas” para concluir a divulgação total. Epstein foi condenado por abuso de menores e por operar uma rede de exploração sexual.
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Não vão comentar sobre a adolescente de 13 anos que foi obrigada a fazer oral em Trump, oeste? Trump é pedófilo estuprador e o gado adora esse cara .