O grupo extremista Hezbollah oficializou nesta segunda-feira, 9, seu apoio irrestrito ao novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei. Em comunicado emitido a partir de suas bases no Líbano, a milícia renovou o compromisso de lealdade à teocracia iraniana, consolidando a sucessão dinástica ocorrida uma semana depois da morte de Ali Khamenei. O movimento reafirma o papel do grupo como o principal braço armado dos aiatolás no Mediterrâneo, posição que ocupa desde sua fundação por clérigos xiitas em 1982 sob o patrocínio de Teerã.
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A troca de comando no Irã coincidiu com uma escalada violenta na fronteira. A milícia iniciou ataques diretos contra o território israelense logo que a morte de Ali Khamenei foi confirmada, em 28 de fevereiro.
Como resposta, as Forças de Defesa de Israel lançaram sucessivas ondas de bombardeios contra redutos do Hezbollah em Beirute e em diversas regiões libanesas, enviando inclusive tropas terrestres para a zona de fronteira na tentativa de desarticular a logística operacional do inimigo.
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