Neste sábado, 11, familiares de 48 reféns do grupo terrorista Hamas aguardam a libertação deles, depois de dois anos do ataque em Israel.
A expectativa se intensificou, após o acordo de paz celebrado entre o governo dos Estados Unidos e os extremistas.
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Conforme a negociação, que envolveu outros países, o Hamas tem até 72 horas para cumpri-la. As autoridades, contudo, ainda não esclareceram como a operação vai ocorrer. Anteriormente, o Hamas entregou os sequestrados à Cruz Vermelha.
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Se as pessoas forem devolvidas, espera-se um pronunciamento conjunto em frente a um quartel das Forças de Defesa de Israel, em Tel Aviv.
Hamas e o acordo de paz
As autoridades divulgaram o plano de paz no final de setembro e preveem o encerramento de um conflito que se arrasta desde 2023.
Entre os principais pontos, está a libertação de cerca de 2 mil prisioneiros palestinos, inclusive condenados à prisão perpétua, em troca da devolução dos reféns israelenses.
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De acordo com as autoridades israelenses, dos 48 reféns que ainda permanecem sob controle do grupo terrorista, apenas 20 delas estão vivos.
A tratativa prevê ainda o fim dos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza e a retirada gradual das tropas do território palestino.
A presença militar israelense, no entanto, será mantida em regiões até o cumprimento do acordo. O recuo inicial já reduziu a área ocupada de 75% para 53%.
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