O grupo terrorista Hamas declarou, na tarde desta quinta-feira, 9, o fim da guerra contra Israel. Com a notícia, os criminosos devem libertar, no decorrer dos próximos três dias, os 48 reféns que ainda são mantidos sob cárcere privado na Faixa de Gaza. O acordo de cessar-fogo foi liderado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Chefe da equipe de negociação do grupo terrorista, Khalil Al Hayya anunciou o acordo para o fim da guerra em depoimento à emissora árabe Al Jazeera. De acordo com ele, foram recebidas garantias por parte de Trump para dar início ao plano de paz e, consequentemente, “encerrar definitivamente” o conflito em curso no Oriente Médio desde 7 de outubro de 2023.
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Conforme Hayya, a Passagem de Rafah, no sul de Gaza, será reaberta nos dois sentidos. O local interliga o território palestino ao Egito.
Com o acordo, Hamas deverá entregar, vivos ou mortos, os reféns que ainda mantém na Faixa de Gaza. Pelo lado israelense, haverá o compromisso de libertar prisioneiros palestinos.
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O site da emissora israelense I24 News afirma que o governo de Israel concordou com o plano de paz. Com o acerto, as autoridades israelenses esperam que ao menos 20 reféns já sejam libertados na noite do próximo domingo, 12.
Sob coordenação da Casa Branca, o acordo de paz entre Hamas e Israel também prevê a retirada das forças militares do país judaico de 70% do território da Faixa de Gaza.
A possibilidade de acordo já havia sido motivo de comemoração por parte de Trump. Em postagem na rede social Truth Social na quarta-feira 8, o presidente norte-americano afirmou que os sequestrados serão libertados em breve.
“Tenho muito orgulho em anunciar que Israel e o Hamas assinaram a primeira fase do nosso Plano de Paz”, afirmou Trump. “Isso significa que todos os reféns serão libertados em breve, e Israel retirará suas tropas para uma linha acordada, como os primeiros passos em direção a uma paz forte e duradoura. Todas as partes serão tratadas com justiça! Este é um grande dia para o mundo árabe e muçulmano, para Israel, para todas as nações vizinhas e para os Estados Unidos da América.”
Além dos EUA, outros três países atuaram como mediadores entre Israel e o grupo terrorista Hamas: Catar, Egito e Turquia.
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A guerra entre Hamas e Israel
A guerra entre Hamas e Israel teve início há dois anos — precisamente em 7 de outubro de 2023. Na ocasião, terroristas invadiram o sul do país judaico. Mais de 1,2 mil pessoas foram assassinadas. Além disso, centenas de civis foram estuprados e sequestrados.
Desde o ataque terrorista, Israel começou a agir em sua própria defesa. Dessa forma, ofensivas militares ocorreram contra estruturas do grupo terrorista. Com direito a uma rede de túneis subterrâneos, o Hamas controla Gaza desde 2006.
Os ataques terroristas de 7 de outubro tiveram quatro brasileiros entre as vítimas. Michel Nisenbaun, Karla Stelzer, Ranani Glazer e Bruna Valeanu foram mortos pelo Hamas. No aniversário do crime, na terça-feira 7, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ignorou o quarteto.
Leia também: “A verdade sobre Gaza que não nos contam”, artigo de Brendan O’Neill, da Spiked, publicado na Edição 286 da Revista Oeste









































Enquando não devolverem as armas, não acredito em uma palavra do Hamas.
Alguém acredita em palavra de terroristas sobre paz? O Irã com o enriquecimento de urânio que o diga!! Pense Nisso e Vida Que Segue!
Mais uma vez, o “Senhor da Guerra” Donald Trump, consegue o louvável feito de encerrar uma guerra. Essas realizações, mostram o quão ridícula é a narrativa dos “Democratas” americanos e da esquerda mundial, sobre o “perigo” que representa o Presidente Trump. Parabéns ao Presidente Trump!