Israel e Hamas se aproximam de um acordo para a libertação, em 72 horas, dos reféns que estão vivos. Mas a exigência de imunidade de líderes do grupo terrorista trava o fechamento.
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Outros pontos avançam: devolução de corpos dos reféns em uma semana, liberação de 250 prisioneiros palestinos e mais 1,7 mil detentos, retirada das Forças de Defesa de Israel (FDI) até a “linha amarela” e abertura de corredores humanitários sob coordenação da Organização das Nações Unidas (ONU).
O Hamas insiste em garantir que membros-chave, principalmente no Catar e alguns na Turquia, deixem de ser alvos das FDI.
O plano prevê proteção para quem declarar intenção de reconciliar-se com Israel, mas os extremistas rejeitaram essa condição. Uma alternativa estabelece que, enquanto durar o cessar-fogo e o acordo for cumprido, nenhuma das partes praticará atos hostis, e represálias contra dirigentes palestinos ficariam suspensas.
Condições impostas por Israel ao Hamas
Israel condiciona a trégua a garantias de que o Hamas não retomará operações militares.
“O Hamas precisa entender que plantar um dispositivo explosivo em uma rota de transporte sob o pretexto de cessar-fogo constitui uma violação que será respondida com a eliminação dos responsáveis”, disse um oficial de alto escalão, segundo o Israel Hayom.
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Há também preocupação com áreas evacuadas, já que forças de terceiros previstas para criar zona tampão ainda não estão disponíveis.
Diplomatas norte-americanos presentes na negociação, porém, mantêm o otimismo e resumem a expectativa: “Não é uma questão de se, mas de quando.”
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