Maduro elege 20 de 23 governadores na Venezuela

A oposição ao regime venezuelano, que voltou a participar de eleições depois de três anos, venceu em apenas três Estados
-Publicidade-
Os aliados do ditador Nicolás Maduro conquistaram uma expressiva vitória nas eleições regionais da Venezuela
Os aliados do ditador Nicolás Maduro conquistaram uma expressiva vitória nas eleições regionais da Venezuela | Foto: PR VZ/Fotos Públicas

O governo do ditador Nicolás Maduro conquistou uma expressiva vitória nas eleições regionais realizadas no domingo 21 na Venezuela. Segundo as autoridades eleitorais do país, 20 de 23 governadores apoiavam o regime chavista.

A oposição, que voltou a participar de eleições depois de três anos, venceu em apenas três Estados, entre os quais Zulia, o mais populoso da Venezuela. Os opositores também ficaram com a vitória em Cojedes e Nueva Esparta.

O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), de Maduro, elegeu governadores nos Estados de Amazonas, Anzoátegui, Apure, Aragua, Barinas, Bolívar, Carabobo, Delta Amacuro, Falcón, Guárico, Lara, La Guaira, Mérida, Miranda, Monagas, Portuguesa, Sucre, Táchira, Trujillo e Yaracuy.

-Publicidade-

De acordo com o órgão eleitoral venezuelano, quase 42% dos eleitores compareceram às urnas.

“Bom triunfo, boa vitória, boa colheita, produto do trabalho perseverante, produto de levar a verdade a todas as comunidades”, comemorou Maduro.

Violência na Venezuela

Como noticiado por Oeste, pelo menos uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas durante um tiroteio em meio às eleições na Venezuela no domingo, 21, em frente a um local de votação no município San Francisco.

Testemunhas relataram ao jornal La Verdad que os atiradores seriam milicianos que apoiariam o regime de Maduro. Um grupo paramilitar, fortemente armado, chegou ao local em uma caminhonete e efetuou os disparos.

Numa série de publicações no Twitter, a ONG Instituto Imprensa e Sociedade Venezuelana e o Sindicato dos Trabalhadores da Imprensa da Venezuela denunciaram intimidações à imprensa e proibição de acesso a locais de votação.

Oposição dividida

Os adversários do chavismo que decidiram ficar de fora deste processo eleitoral, como a líder Maria Corina Machado, continuam dizendo que o simples fato de participar dele é uma maneira de legitimar o governo de Maduro. “Aqueles que participam da farsa de domingo estão entregando uma luta”, afirmou Corina Machado ao jornal colombiano El Tiempo.

-Publicidade-
* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais.

8 comentários Ver comentários

  1. Vcs deveriam medir as palavras que usam nas reportagens. Elege, que eleição coisa nenhuma! isso foi a roubalheira de sempre! Não podem nem devem chamar isso de eleição! é uma afronta à palavra e ao conceito!!!!

  2. Depois que os comunistas conseguem cooptar o judiciário e as forças armadas não tem mais volta. Maduro só sairá do poder depois de morto e o comunismo na Venezuela sobreviverá por décadas. O mesmo pode acontecer no Brasil com a volta do PT ao poder. Isso pode ser evitado se os idiotas úteis esquecerem essa ideia de terceira via e apoiar quem realmente tem condição de derrotar os comunistas: o Presidente Bolsonaro. Mas a elite limpinha vai preferir o falso democrata de nove dedos, infelizmente.

Envie um comentário

Conteúdo exclusivo para assinantes.

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Revista OESTE, a primeira plataforma de conteúdo cem por cento
comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado.

Meios de pagamento
Site seguro
Seja nosso assinante!

Reportagens e artigos exclusivos produzidos pela melhor equipe de jornalistas do Brasil.