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Militantes tingem Canal de Veneza de verde em protesto contra 'colapso climático'

O grupo Extinction Rebellion acusa a Itália de bloquear propostas mais ambicionas nas negociações sobre clima

Canal de Veneza depois de 'protesto' de militantes climáticos | Foto: Reprodução/Redes sociais
Canal de Veneza depois de 'protesto' de militantes climáticos | Foto: Reprodução/Redes sociais

Militantes do “grupo ativista” Extinction Rebellion liberaram um corante verde “ambientalmente inofensivo” no Canal de Veneza e outros rios, lagos e fontes de dez cidades italianas para denunciar “os efeitos massivos do colapso climático”.

A ação ocorreu em locais como o rio Pó (Turim), o Reno (Bolonha), o Tara (Tarento) e fontes de Pádua e Gênova. Em Veneza, a militante Greta Thunberg participou do ato “Stop Ecocide”, onde manifestantes vestidos de vermelho caminharam entre turistas.

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O grupo acusou a Itália de bloquear propostas mais ambiciosas nas negociações internacionais sobre clima.

O ato ocorre depois de duas semanas de discussões entre cerca de 200 países, incluindo uma última noite de negociação em Belém, a COP30 terminou com um texto considerado modesto.

O acordo não prevê um roteiro para reduzir a dependência de combustíveis fósseis — apenas a criação de uma iniciativa para debater o tema entre as nações.

Militantes também tingiram o Canal de Veneza em 2023

Protesto em Veneza durante a COP28 | Foto: Reprodução
Protesto em Veneza durante a COP28 | Foto: Reprodução

Em 2023, militantes do Extinction Rebellion escalaram a Ponte de Rialto e despejaram um corante químico no Canal Grande, em Veneza, deixando a água fluorescentemente verde sob uma faixa que dizia: “Enquanto o governo fala, nós pendemos por um fio.”

O grupo afirmou que a ação mirou a COP28, em Dubai, criticando o comando do encontro — presidido pelo CEO de uma petroleira — e a presença de 2,4 mil lobistas do setor fóssil.

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Conhecido por “atos de alto impacto”, o XR já colou ativistas em obras de arte, quebrou vitrines de bancos e espalhou sangue falso em prédios para chamar atenção às “mudanças climáticas”.

Na epoca, o prefeito de Veneza, Luigi Brugnaro, condenou o protesto e disse que serviços públicos foram interrompidos. Segundo ele, o ato obrigou a suspender o transporte no Canal Grande e a acionar controles ambientais sobre a água e estruturas restauradas da Ponte de Rialto. “Veneza é uma cidade frágil, que deve ser respeitada”, afirmou.

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4 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Se soltar a porrada nestes imbecis e obriga lós a beber a água com corante nunca mais fazem isso

  2. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    “Colapso climático”?. Mudaram o nome da falácia criada por globalistas? Começou como “camada de ozõnio”, virou gases do efeito estufa, aquecimento global, mudanças climáticas… vários nomes para a mesma mentira.

  3. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Conheci Veneza em outros tempos, com pouca militância e sem panfletagem ideológica. Tínhamos menas seitas, e poucos alardes por nada.

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