Militantes do “grupo ativista” Extinction Rebellion liberaram um corante verde “ambientalmente inofensivo” no Canal de Veneza e outros rios, lagos e fontes de dez cidades italianas para denunciar “os efeitos massivos do colapso climático”.
A ação ocorreu em locais como o rio Pó (Turim), o Reno (Bolonha), o Tara (Tarento) e fontes de Pádua e Gênova. Em Veneza, a militante Greta Thunberg participou do ato “Stop Ecocide”, onde manifestantes vestidos de vermelho caminharam entre turistas.
Receba nossas atualizações
O grupo acusou a Itália de bloquear propostas mais ambiciosas nas negociações internacionais sobre clima.
🇮🇹 Environmental activists led by Greta Thunberg poured dye into Venice's Grand Canal, turning the water bright green.
— Lord Bebo (@MyLordBebo) November 23, 2025
Similar actions carried out in
👉Padua,
👉Prato,
👉Trieste
Activists claim they protest Italy's global warming policies — 8 people detained pic.twitter.com/0uQHSZsUgM
O ato ocorre depois de duas semanas de discussões entre cerca de 200 países, incluindo uma última noite de negociação em Belém, a COP30 terminou com um texto considerado modesto.
O acordo não prevê um roteiro para reduzir a dependência de combustíveis fósseis — apenas a criação de uma iniciativa para debater o tema entre as nações.
Militantes também tingiram o Canal de Veneza em 2023

Em 2023, militantes do Extinction Rebellion escalaram a Ponte de Rialto e despejaram um corante químico no Canal Grande, em Veneza, deixando a água fluorescentemente verde sob uma faixa que dizia: “Enquanto o governo fala, nós pendemos por um fio.”
O grupo afirmou que a ação mirou a COP28, em Dubai, criticando o comando do encontro — presidido pelo CEO de uma petroleira — e a presença de 2,4 mil lobistas do setor fóssil.
+ Leia mais notícias do Mundo em Oeste
Conhecido por “atos de alto impacto”, o XR já colou ativistas em obras de arte, quebrou vitrines de bancos e espalhou sangue falso em prédios para chamar atenção às “mudanças climáticas”.
Na epoca, o prefeito de Veneza, Luigi Brugnaro, condenou o protesto e disse que serviços públicos foram interrompidos. Segundo ele, o ato obrigou a suspender o transporte no Canal Grande e a acionar controles ambientais sobre a água e estruturas restauradas da Ponte de Rialto. “Veneza é uma cidade frágil, que deve ser respeitada”, afirmou.
Se soltar a porrada nestes imbecis e obriga lós a beber a água com corante nunca mais fazem isso
“Colapso climático”?. Mudaram o nome da falácia criada por globalistas? Começou como “camada de ozõnio”, virou gases do efeito estufa, aquecimento global, mudanças climáticas… vários nomes para a mesma mentira.
Agridem o meio ambiente para defendê-lo?
Conheci Veneza em outros tempos, com pouca militância e sem panfletagem ideológica. Tínhamos menas seitas, e poucos alardes por nada.