Moderna testa três vacinas contra nova variante Ômicron

Pfizer, Johnson & Johnson, Novavax e AstraZeneca já estão avaliando a eficácia dos imunizantes
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Os principais laboratórios já estão testando a eficácia das vacinas contra a variante Ômicron
Os principais laboratórios já estão testando a eficácia das vacinas contra a variante Ômicron | Foto: Reprodução

A farmacêutica norte-americana Moderna está testando três vacinas contra a nova variante Ômicron do coronavírus. O anúncio foi feito na sexta-feira 26.

O imunizante está no rol de candidatas futuras à campanha de vacinação contra a covid-19 e ainda não foi aprovado.

O nome da principal vacina é mRNA-1273.529. Além desta, as outras duas opções serão simuladas como reforço ao ciclo vacinal para ampliar a proteção contra a Ômicron.

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“A Ômicron inclui mutações vistas na variante Delta, que se acredita aumentar a transmissão. Além de mutações vistas nas variantes Beta e Delta que podem promover o escape imunológico”, informou a empresa.

Corrida pela vacina contra variante

Desde que a nova variante foi identificada, os principais fabricantes de vacinas, incluindo a Pfizer e Johnson & Johnson, começaram a testar a eficácia dos imunizantes.

A Pfizer e o laboratório alemão BioNTech emitiram um comunicado explicando que as empresas já estão testando a vacina contra a nova cepa.

A Johnson & Johnson, que comercializa a vacina na Europa sob o nome da sua subsidiária Janssen, informou que já está testando a eficácia do imunizante.

A Novavax, com sede nos Estados Unidos, e a britânica AstraZeneca também estão ensaiando o efeito das vacinas para descobrir qual é a reação contra a variante.

Ômicron

A Organização Mundial da Saúde classificou a nova cepa como uma “variante de preocupação”, de maior risco em uma escala de três níveis.

Ela se junta à predominante Delta e às cepas Alfa, Beta e Gama — essa última detectada inicialmente no Brasil.

Identificada na África do Sul, a variante Ômicron dá indícios de uma transmissão maior que as cepas do coronavírus atualmente em circulação.

Desde a oficialização da variante, os casos no país africano quase dobraram. Na província onde a cepa foi detectada, ela já pode corresponder a cerca de 90% dos novos registros.

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3 comentários Ver comentários

  1. A cada três meses,ou,a cada aparecimento de uma “variante” o povo terá que tomar espetada??? E muita gente passou mal, infelizmente a imprensa não divulga. Isto está ficando estranho.

  2. Não é necessário ter mais que dois neurônios para perceber a jogada desses canalhas, eu só penso em uma coisa sobre isso: Isso não vai acabar tão cedo, logo aparecerá a variante Pi mas a gora já estão até discutindo qual será a letra do alfabeto grego que será usada na próxima variante. Então é isso, para os mais sensíveis, devemos recomendar o suicídio pois abrevia esse estado de coisas que não acabará tão cedo. Falei?

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