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Cientistas alertam para escassez de dados para alimentar a inteligência artificial

Desenvolvedores estão rejeitando os dados das redes sociais, porque são considerados 'racistas' e 'misóginos'

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Marcus Vinícius Braga, delegado da DPCA, disse que os alunos do colégio são suspeitos de fazer nudes falsos com inteligência artificial | Foto: Freepik

De acordo com um estudo publicado recentemente pela pesquisadora Rita Matulionyte, da Universidade de Macquarie, na Austrália, a indústria da inteligência artificial (IA) pode ficar desprovida de dados.

Segundo a autora do levantamento, o desfalque poderá afetar os modelos de linguagem, e até alterar a trajetória de evolução da tecnologia.

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A importância de dados de alta qualidade para a IA

A cientista ressalta a necessidade da obtenção de muitos dados para “treinar” os algoritmos de IA. O ChatGPT, por exemplo, possui 570 gigabytes de informações em texto ou aproximadamente 300 bilhões de palavras.

O estudo informa que se um algoritmo for projetado com uma quantidade insuficiente de dados, ele vai produzir resultados imprecisos ou de baixa qualidade. Isso porque, dados de baixa qualidade, como publicações em redes sociais, são fáceis de obter, mas não são suficientes para “treinar” os modelos de IA de alto desempenho.

Os cientistas estão preocupados com a carência de dados para alimentar a IA. Foto: robô “Sophia”/Hanson Robotics/Divulgação

O esgotamento de dados é preocupante?

A situação pode não ser tão ruim quanto parece. Apesar das prospecções, os especialistas não sabem como os modelos de IA se desenvolverão no futuro. E também não há como saber como solucionar o suposto risco de escassez de dados.

É provável que, nos próximos anos, os desenvolvedores consigam “treinar” sistemas de IA de alto desempenho usando menos dados e possivelmente menos poder computacional. Outra possível solução é desenvolver dados sintéticos necessários para a alimentação da IA.

Os cientistas podem também usar dados offline, produzidos antes do advento da internet, a fim de servir de orientação para o comportamento da tecnologia.

O artigo completo foi publicado no periódico científico The Conversation.

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2 comentários
  1. Edson TC
    Edson TC

    Estão rejeitando os dados verdadeiros…só querem os dados viciados dos esquerdopatas… Não vão criar uma inteligência Artificial, vão criar sim uma doutrinação artificial, que de inteligente não tem nada.

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Essa inteligência artificial será de esquerda. Querem apostar? Será uma inteligência políticamente correta, segundo os esquerdistas. Agora, se for inteligente mesmo, ela, por sí só, irá modificar os seus critérios morais.

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