O pior inimigo de James Bond

Depois de derrotar Dr. No, Blofeld, Scaramanga, Goldfinger e outros vilões, o agente 007 tenta sobreviver à patrulha politicamente correta
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James Bond é um dos personagens mais icônicos da história do cinema e da cultura <i>pop</i>
James Bond é um dos personagens mais icônicos da história do cinema e da cultura pop | Foto: Reprodução

Em artigo publicado na Edição 80 da Revista Oeste, Dagomir Marquezi relata como, depois de derrotar Dr. No, Blofeld, Scaramanga, Goldfinger e outros vilões, o agente 007 tenta agora sobreviver às patrulhas do politicamente correto

“O James Bond dos filmes é bem menos político que o dos livros. Para evitar problemas de rejeição no mercado internacional, os inimigos de 007 nos filmes deixaram de ser os regimes comunistas e passaram a ser megaorganizações criminosas internacionais, como a Spectre, capazes de chantagear o mundo com ameaças apocalípticas.”, escreve Marquezi.

Leia outro trecho

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“Já falaram na possibilidade de um próximo James Bond ser negro, interpretado por Idris Elba. Elba é um excelente ator, mas James Bond é um cidadão britânico (nascido na Alemanha), branco, filho de um escocês com uma suíça. Já chegaram a falar num James Bond gay, e a sugerir o ator Rupert Everett para o papel. Everett poderia fazer o papel de um espião gay, mas Bond é hétero, e a humanidade inteira sabe disso.

O Bond de Daniel Craig começa o novo No Time to Die como um agente aposentado. Sua licença para matar foi transferida (com o perdão pelo spoiler) para Nomi, vivida pela atriz negra Lashana Lynch. Nomi é a nova dona da identidade 007. Já teve gente sugerindo que o velho agente branco e machista seja enterrado de vez e ceda seu lugar a uma mulher negra nos próximos filmes de James Bond.

Revista Oeste

Além do artigo de Dagomir Marquezi, a Edição 80 da Revista Oeste traz reportagens especiais e textos de J. R. Guzzo, Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino, Ana Paula Henkel, Silvio Navarro, Ubiratan Jorge Iorio, entre outros.

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