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O próximo alvo do Partido Comunista da China

A ambição dos comunistas vai além de Hong Kong, adverte colunista da 'Revista Oeste'
Bandeira da dinastia Qing, que parece servir como exemplo para o Partido Comunista da China
Bandeira da dinastia Qing, que parece servir como exemplo para o Partido Comunista da China | Foto: Reprodução/Internet

Hong Kong não será o último território a entrar na mira de controle do regime chinês. Em artigo publicado na edição desta semana da Revista Oeste, o jornalista Dagomir Marquezi afirma que o Partido Comunista da China já prepara um novo alvo: Taiwan.

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Descoberta há pouco mais de 500 anos pelos portugueses, a ilha “Formosa” (ou Taiwan) já esteve envolvida em conflitos. Conforme lembra Marquezi, a região pertenceu aos holandeses, teve um tempo de independência, pertenceu à China, depois ao Japão, voltou a ser de domínio chinês e, desde 1979, coloca-se como nação independente, mas parcialmente reconhecida em nível internacional.

Mesmo o reconhecimento parcial de Taiwan pode estar com os dias contados, analisa o colunista. Para Marquezi, Pequim tem sinalizado que a ilha Formosa se tornou tornou o próximo item a ser conquistado, como num tabuleiro do jogo War. “[A China] está obcecada com a ‘reunificação’ nacional, que significa mais precisamente retomar o que a dinastia Qing já possuiu”, escreve.

Na dinastia Qing, Tibete e Hong Kong eram parte da China — assim como Taiwan. Diante desses e outros pontos e movimentações por parte das autoridades de Pequim, Marquezi pergunta: “Quando a China vai ocupar Taiwan?”.

Quando a China vai ocupar Taiwan?

Revista Oeste

Além do questionamento lançado por Dagomir Marquezi sobre a próxima ação do Partido Comunista da China, a Edição 48 da Revista Oeste conta com reportagens especiais e artigos de Ana Paula Henkel, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino, Brendan O’Neill e Ella Whelan.

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