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ONU acusa países ricos de ‘nacionalismo vacinal’

Secretário da organização diz que Estados ignoraram as necessidades das nações menos desenvolvidas
Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres
Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres | Foto: Reprodução/Flickr

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, acusou países ricos de “nacionalismo vacinal”. Segundo ele, na luta pela compra de imunizantes contra o coronavírus, esses Estados ignoraram as necessidades das nações menos desenvolvidas.

“Vimos isso mais recentemente no ‘nacionalismo vacinal’, já que alguns países ricos competem para comprar vacinas para o próprio povo, sem levar em conta os pobres do mundo”, frisou o secretário-geral.

Guterres também observou que a situação atual teve “impacto desproporcional e terrível sobre os pobres e despossuídos, idosos e crianças, pessoas com deficiência e minorias de todos os tipos”.

“A pandemia colocou 88 milhões de pessoas na pobreza e mais de 270 milhões em risco de insegurança alimentar aguda. A interrupção da educação afetará milhões de crianças ao longo de sua vida”, lamentou o chefe da ONU.

Leia também: “Papa Francisco pede que países compartilhem vacinas contra a covid-19”

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1 comentário

  1. “Comida pouca, meu pirão primeiro”. Entendeu portuga? Ou esse comuna é tão burro assim que ainda não se deu conta disso? “America first”.

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