Pacifista? Biden ordena ataque à Síria

Informações dão conta de pelo menos 17 mortos
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Joe Biden autorizou bombardeio contra país do Oriente Médio
Joe Biden autorizou bombardeio contra país do Oriente Médio | Foto: Reprodução/Twitter

Os Estados Unidos promoveram um ataque militar na noite desta quinta-feira 25, na Síria. Autorizado por Joe Biden, presidente norte-americano que está no poder desde janeiro, o bombardeio tinha como alvo terroristas irianianos que atuavam no norte do país vizinho.

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De acordo com a Radio France Internationale (RFI), o ataque promovido por Biden deixou ao menos 17 mortos. Com base em dados divulgados pelo Observatório Nacional pelos Direitos Humanos na Síria, a agência de notícias Ansa fala em um número maior de vítimas: 22 até o momento.

Autorizado pelo presidente democrata, que durante a campanha eleitoral criticou a “agressividade” do republicano Donald Trump, o ataque aéreo é a primeira ação bélica dos Estados Unidos nos últimos anos. Trump, por exemplo, não iniciou nenhuma guerra.

Destruíram “múltiplas infraestruturas situadas em um posto de fronteira que tem o apoio do Irã”

Porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, John Kirby colocou a operação na Síria como necessária. De acordo com ele, o ataque foi uma “defensiva” norte-americana frente a terroristas no Oriente Médio. Para Kirby, os bombardeios destruíram “múltiplas infraestruturas situadas em um posto de fronteira que tem o apoio do Irã, principalmente do grupo Kataeb Hezbollah”.

Biden criticado nas redes

O ataque no norte na Síria fez com que Joe Biden fosse alvo de críticas na internet. O nome do presidente dos Estados Unidos chegou a figurar na lista de assuntos mais comentados entre usuários do Twitter em todo o mundo. Há quem observe que o discurso harmonioso na época da campanha eleitoral não se confirmou pouco mais de um mês após a chegada dele à Casa Branca.

“O ‘pacifista’ Biden já meteu um ataque aéreo na Síria. Já o ‘belicoso’ Trump foi o primeiro presidente americano em décadas a não iniciar um conflito armado”, pontuou o escritor brasileiro Leandro Ruschel. “Guerra é paz”, enfatizou.

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