‘Pfizer me pôs em situação muito violenta de demandas’, afirma Alberto Fernández

Presidente da Argentina teve de explicar por que não comprou vacinas produzidas pelo laboratório norte-americano
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Alberto Fernández é apoiado por Cristina Kirchner
Alberto Fernández é apoiado por Cristina Kirchner | Foto: Divulgação/Casa Rosada

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, afirmou não ter adquirido a vacina contra a covid-19 produzida pela Pfizer/BioNTech porque o laboratório norte-americano submeteu o governo do país a demandas muito violentas. “Não quero comprar [os imunizantes] porque as condições iniciais que a Pfizer sugeriu me pôs em situação muito violenta de demandas e comprometeu o país”, declarou Fernández, em entrevista concedida ao artista Pedro Resemblat, no YouTube.

O presidente argentino, contudo, não especificou as condições impostas pelo laboratório norte-americano para a venda ao país de 14 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus. “Não posso assinar porque estão me pedindo coisas excessivas”, asseverou Fernández. “A negociação com a Pfizer nunca foi interrompida e continua até hoje. Quando você analisa como a Pfizer agiu com aqueles que compraram a vacina, a verdade é que ela cumpriu [as promessas] em parte e não cumpriu com muitos.”

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12 comentários Ver comentários

  1. Com a palavra, Zélia Duncan, admiradora que inveja a argentina por esse presidente.
    O inferno tá garantido a todos que usam os mortos pra tirar provêito político!

  2. Como o pessoal da CPI não lê a revista OESTE eles nem ficam sabendo 10% do que acontece no Brasil e no mundo. Além disto, como sustenta o Guzzo, o jornalismo está de mal a pior e ainda não fizeram uma matéria completa sobre as vacinas e a estrutura do sistema de saúde nos estoques de medicamentos e insumos (oxigênio).

  3. Quando Bolsonaro não aceitou as condições leoninas da Pfizer a midia decadente abriu a boca e malhou diuturnamente…nenhuma palavra com os fatos na Argenzuela….

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