Os cidadãos da Suíça rejeitaram no último domingo, 30, uma proposta para introduzir um imposto de 50% sobre heranças para os super-ricos.

No plebiscito, mais de 78% dos eleitores decidiram votar contra a iniciativa. A participação foi de cerca de 43%.
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Os opositores do novo imposto temiam que uma derrota apertada pudesse encorajar propostas semelhantes no futuro.
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O plebiscito, considerado um dos mais controversos dos últimos anos, surgiu em meio a uma competição global entre países que buscam atrair indivíduos ricos com uso de incentivos fiscais, como fez a Itália, e aqueles que buscam tributar o que consideram riqueza excessiva.
Entenda a proposta de taxar super-ricos na Suíça
A proposta, apresentada pelo partido de esquerda Jovens Socialistas, previa a introdução de um imposto federal sobre heranças e doações de 50% sobre patrimônio e transferências acima de 50 milhões de francos suíços (cerca de R$ 330 milhões), eliminando assim a tradição suíça de um sistema tributário descentralizado, com impostos muito baixos. A receita seria destinada a gastos relacionados a mudanças climáticas.
O governo federal suíço se opôs à medida, alertando que ela prejudicaria a imagem da Suíça como um país estável para a riqueza internacional.
A proposta inicial também incluía retroatividade, uma cláusula que gerou fortes críticas da comunidade empresarial e de especialistas tributários. Essa versão da medida foi posteriormente atenuada.
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A proposta causou preocupação entre escritórios familiares e cidadãos suíços ricos, alguns dos quais consideravam mudar-se para o exterior antes da votação.
Economistas e advogados ressaltaram que a medida poderia complicar os planos de sucessão para empresas familiares com ativos ilíquidos.





































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Enquanto isso, aqui no B05til, a tacanha pequenez dos esquerdopatas com a voraz sanha “taxar os super-ricos”, sob a batuta do descondenado criminoso de nove-dedos.