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Procuradores norte-americanos pedem que Trump ignore a COP30

Até o momento, o Departamento de Estado dos EUA não anunciou se enviará delegação oficial ao evento

Peça de divulgação da COP30 em Belém, no Pará | Foto: Reprodução/Agência Pará
O grupo argumenta que a ida de representantes norte-americanos ao evento poderia endossar políticas ambientais que divergem das prioridades defendidas pelo presidente | Foto: Reprodução/Agência Pará

Uma mobilização de procuradores-gerais de 17 estados dos Estados Unidos pressiona o governo de Donald Trump a se abster de participar da COP30, conferência climática da ONU prevista para ocorrer no Brasil no próximo mês.

O grupo argumenta que a ida de representantes norte-americanos ao evento poderia endossar políticas ambientais que divergem das prioridades defendidas pelo presidente.

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O pedido foi formalizado em carta enviada na quinta-feira 23, ao secretário do Interior, Doug Burgum, ao secretário de Energia, Chris Wright, e ao administrador da Agência de Proteção Ambiental, Lee Zeldin.

No documento obtido pela Bloomberg, John McCuskey, procurador-geral da Virgínia Ocidental, destaca oposição às “políticas anticarvão, antigás e antipetróleo que a COP promove”, enfatizando que essas pautas se apoiam em “teorias climáticas frequentemente contestadas”.

Debate sobre fontes de energia e custos

McCuskey também defende o uso continuado de carvão, gás e petróleo para atender ao aumento do consumo de energia gerado pela inteligência artificial e pela expansão de data centers.

Ele critica fontes renováveis, afirmando que energia solar e eólica são menos confiáveis e apresentam custos superiores às alternativas convencionais.

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Os EUA ainda não anunciaram se enviarão delegação oficial à COP30

Até o momento, o Departamento de Estado dos EUA não anunciou se enviará delegação oficial à COP30, tampouco comentou o teor da carta dos procuradores.

O gabinete de McCuskey tem histórico de contestação judicial a políticas ambientais, incluindo ações recentes contra a lei de fundos climáticos de Nova York e contra regra da Comissão de Valores Mobiliários que exige transparência de riscos climáticos por empresas públicas.

A Virgínia Ocidental também liderou o caso em que a Suprema Corte restringiu o alcance da agência federal sobre emissões de usinas de energia.

Leia também: “Por que não fazemos uma COP da comida?”, artigo de Antonio Cabrera publicado na Edição 288 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. IVAN SEVERO DA SILVA
    IVAN SEVERO DA SILVA

    Países asiáticos jogam bilhões de toneladas de lixo no oceano , China ,Índia , Malásia, Indonésia,Filipinas juntas possuem metade da população mundial,e não possuem proteção ao meio ambiente.
    Europa é outro lixo .

  2. Antonio Aparecido Rinaldi
    Antonio Aparecido Rinaldi

    O desgoverno Lula quer saber de dinheiro fácil para sua quadrilha e levanta essa bandeira ambiental para justificar sua COP 30, só que a mascara caiu, os EUA não engolem mais essa , Lula não tá nem aí para o meio ambiente, quer encher seu bolso!

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