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Putin bloqueia acesso da população russa ao Facebook

É uma resposta do Kremlin às plataformas ocidentais, que aplicaram sanções contra veículos de comunicação do país
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Vladimir Putin ordenou o bloqueio do Facebook na Rússia
Vladimir Putin ordenou o bloqueio do Facebook na Rússia | Foto: Reprodução/Flickr

O Facebook será bloqueado na Rússia, informou, nesta sexta-feira, 4, a agência reguladora da mídia no país. É uma resposta do presidente Vladimir Putin às plataformas ocidentais, que aplicaram sanções contra veículos de comunicação pró-Moscou durante a invasão da Ucrânia. O Kremlin alega que, desde 2020, houve 26 casos de “discriminação” contra as mídias russas no Facebook.

Nesta semana, a Meta anunciou a restrição do alcance das agências de notícias RT News e do Sputnik News, dois veículos de comunicação governistas, em toda a União Europeia — no último dia 26, o Twitter informou que seus serviços estavam restritos para internautas russos. Apesar do bloqueio russo ao Facebook determinado hoje, Nick Clegg, presidente de Assuntos Globais da Meta, disse que a companhia tentará restabelecer os serviços.

“Em breve, milhões de russos comuns se verão isolados de informações confiáveis, privados de suas formas cotidianas de se conectar com familiares e amigos, e silenciados de falar”, informou Clegg, em um comunicado. “Continuaremos a fazer tudo o que pudermos para restaurar nossos serviços, para que permaneçam disponíveis para as pessoas se expressarem com segurança e se organizarem para a ação.”

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Reportagem publicada na Edição 102 da Revista Oeste mostra as retaliações sofridas pela Rússia, em razão dos ataques ordenados por Putin contra a Ucrânia. “A Apple anunciou a interrupção dos negócios na Rússia”, diz o texto. “A medida inclui, entre outras coisas, a proibição da venda de iPhones, iPads, MacBooks e outros produtos da companhia.”

Os principais estúdios de Hollywood seguiram na mesma linha e cancelaram os lançamentos cinematográficos na Rússia. Walt Disney, Warner Bros., Sony e Paramount Pictures comunicaram que não pretendem reconsiderar a decisão.

Leia também: “Devagar, malfeito e complicado”, reportagem de capa publicada na Edição 102 da Revista Oeste

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8 comentários Ver comentários

  1. Fui censurado 4 vezes no Foicebook onde no Brasil a censura é proibida por lei. Cancelei minha conta. Seria muito bom que outros países fizessem o mesmo e banissem as redes que não se enquadram nas leis de cada país que ela opera. Quem sabe assim, eles respeitariam as leis e veriam que as vontades deles não podem sobrepor à tudo.

  2. O companheiro russo está assassinando centenas de pessoas, destruindo tudo o que possuem e o culpado pela invasão, pelo massacre é o Presidente Ucraniano ? Continuem acreditando em Papai Noel, na esquerda, na bandeira vermelha e em narrativas de ditadores. Verão onde chegaremos. …

  3. Concordo com todos vocês! Ângela também assisti o vídeo desta ucraniana, os apresentadores ficaram assustados com o que ela disse.

  4. Na boa! Vocês da Oeste precisam ser necessariamente IMPARCIAIS! Está realmente incomodando essas notícias! De 2 uma: ou Vocês não conhecem a Rússia e a Ucrânia de 2022 ou… estão “”COMPRADOS”” pela N..O..M… Pelamor!!

  5. Ops… Num programa ao vivo na TV francesa uma ucraniana conta o que realmente ninguém esperava.
    Na última quinta-feira , a ucraniana chamada Victoria, que mora na França há 25 anos, foi convidada no programa Brunet & Cie do canal de notícias francês LCI para atualizar os telespectadores sobre a situação na Ucrânia. Os moderadores provavelmente esperavam que a mulher soltasse um discurso contra Putin, mas as coisas aconteceram de forma muito diferente. A mulher disse que dois milhões de pessoas na Ucrânia vivem em condições miseráveis. Ela disse que as contas de energia dispararam e muitas pessoas estão gastando metade de seus salários em aquecimento. “Por que devemos defender este presidente e seu governo fantoche?”, perguntou Victoria. “A economia está entrando em colapso, a corrupção é galopante.” O apresentador Eric Brunet perguntou com espanto: “Você está falando sobre Zelensky?” “Claro, quem mais?”, disse ela. “Ele absolutamente não é um líder democrata. Ele fechou quatro estações de televisão. Os jornalistas desapareceram. Diz-se que jornalistas russos são regularmente assassinados. Jornalistas ucranianos também são assassinados. Muitos jornalistas foram mortos nos últimos anos. Brunet perguntou a Victoria se era verdade que alguns moradores de Kiev estavam felizes porque os russos haviam invadido o país. “Definitivamente”, ela respondeu, acrescentando que muitos ucranianos duvidam que as eleições tenham sido justas. Brunet apontou que existem maneiras democráticas de mudar o governo se você estiver descontente com a maneira como as coisas estão indo. Um dos convidados disse então: “Não esqueçam que em fevereiro de 2014 houve um golpe contra o presidente democraticamente eleito”.

    1. Parabéns, Angela, Gustavo e Ricardo! A mídia, toda ela, coloca a Ucrânia como santa e a Rússia como o diabo. Os dois são errados, mas a Ucrânia, pagou para ver, mesmo sabendo quem é a Rússia, que duas cidades ucranianas com maioria russa querem deixar de pertencer a Ucrânia, e claro; se deu mal. A Europa depende do gás russo, pois o país fornece 40% do combustível ao continente. Trump já havia avisado, mas ninguém quis ouvir. E a turma do “aquecimento global”, impede usinas nucleares e combustíveis fósseis. O presidente ucraniano nunca foi flor que se cheire, mas a mídia, incluindo essa ótima revista, defende 100% a Ucrânia, que sofre porque um presidente é orgulhoso, maldoso e egoísta.

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